Saúde & Bem-estar

Liberte-se do fardo do julgamento alheio

Como já diz o velho ditado: se nem Jesus Cristo agradou a todos, como você, pequeno ser, tem a pretensão de realizar tal feito? Entenda: é impossível e você terá que lidar com isso.

Em princípio, sabemos que todos os nossos atos são observados e julgados, sejam eles bons ou maus. O tempo todo, desde que nascemos, somos cercados de pessoas. O núcleo familiar, depois o núcleo escolar, o profissional. Esses grupos vão se ampliando à medida que o tempo passa. E, desde sempre, somos condicionados a agradar, a fazer bem feito, a sermos “bem vistos” pelos outros. 

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Crédito: DR.

O tempo todo somos submetidos aos olhares e avaliações alheias. No entanto, se pautarmos nossa vida em obter apenas julgamentos favoráveis, o que, repito, é impossível, carregaremos um peso extra e prejudicial à nossa saúde física e mental. Como agir, então, para não sofrer os efeitos dessa sobrecarga? Ou melhor, como não carregar esse fardo?

Temos que aprender a nos bancar! No meu caso, foi com o passar do tempo e muito sofrimento que comecei a aprender a lidar com essa pressão e passei a não dar corda para esse tal julgamento alheio. Confesso que em alguns momentos, falho miseravelmente. Desenvolver o autoconhecimento, a auto estima e a auto confiança, para mim, são os pilares de sustentação que nos ajudam a descartar os pesos desnecessários. Aprender a ouvir a intuição, a usar a racionalidade e pautar-se por uma ética que contemple o bem comum, nos dá um norte nas nossas ações e intenções.

Dessa forma, no âmago do seu ser, você sabe dos sentimentos e objetivos que estão por trás das suas atitudes. Se você agir com o objetivo de ferir alguém será sua própria consciência que irá pesar e não o julgamento externo. Quando agimos segundo os nossos parâmetros bem embasados, nosso espírito continuará sereno e o coração leve ao deitarmos a cabeça no travesseiro.  Poderíamos e deveríamos aprender a ser mais libertos desde muito cedo e nos poupar de tanto sofrimento. 

Mas aqui estamos, nesse grande pequeno planeta aprendendo e compartilhando ideias e impressões da vida. E para mim, é uma satisfação enorme poder fazer isso por aqui. É uma forma, inclusive, de refletir sobre minhas mazelas e, talvez,  provocar reflexões a quem leia esses pequenos textos, cheios de sinceridade. Essa é uma esperança pretensiosa, confesso. Me julguem!

Voltando ao cerne do assunto de hoje, quero aqui deixar um conselho, se é que eu posso me dar ao luxo de ser conselheira de alguma coisa: viva a sua verdade! Banque as suas ideias e as suas atitudes, e estou falando daquelas que você sabe verdadeiramente a essência. A essência da verdade, da construção, da bondade, da melhoria, do amor. 

Acredite mais em você e não carregue o fardo do outro, que vive num mundo tão triste e sem esperança a ponto de julgar tudo e todos de forma negativa. Esse, precisa de outra coisa em troca: compaixão! 

Adriana Marques/MS

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