Portugal

Acidentes com bicicletas aumentaram 41% em quatro anos

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Os acidentes com bicicletas estão a aumentar. De acordo com os dados da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, os sinistros envolvendo velocípedes aumentaram 41% nos primeiros sete meses deste ano, quando comparado com o período homólogo de 2019, e 14,5% face ao ano passado. Também o número de vítimas aumentou.

Segundo o relatório de sinistralidade a 24h e de fiscalização rodoviária, entre janeiro e julho deste ano, no total, ocorreram 20 829 acidentes com vítimas no Continente e nas regiões autónomas: 287 mortais, 1523 feridos graves e 24 323 feridos leves. Face a 2019, o ano de referência para a monitorização das metas de redução do número de mortos e de feridos graves, houve mais acidentes e mais feridos graves. Em contrapartida, registaram-se menos mortes nas estradas nacionais e menos pessoas com ferimentos ligeiros.

A colisão foi o tipo de acidente mais frequente, seguindo-se os despistes. O automóvel continua a ser a principal categoria de veículo interveniente nos sinistros, mas há outros veículos em destaque pela negativa. É o caso dos motociclos, cujos sinistros subiram 30,5% face a 2019 e 17,5% face ao ano passado. Também os acidentes com bicicletas aumentaram 41% face a 2019 e 14,5% face ao ano transato.

Olhando para os dados relativos às vítimas totais por categoria de veículo, cerca de 22% circulava em motociclos (mais 30,8% e mais 19% face a 2019 e 2022, respetivamente) e 7,5% em velocípedes (mais 45,1% e mais 16,2% face a 2019 e a 2022, respetivamente).

Ainda nos primeiros sete meses do ano, mais de 21 mil condutores foram detidos. Mais de metade conduzia sob o efeito de álcool e cerca de um terço não tinha habilitação legal para conduzir. Os dados da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária mostram um crescimento nestes dois indicadores.

Segundo o relatório de sinistralidade referente aos primeiros sete meses deste ano, “a criminalidade rodoviária, medida em número total de detenções, aumentou 12,2% por comparação com 2022”. Atingiu 21,2 mil condutores. Mais de metade (55,4%) deveu-se à condução sob o efeito do álcool e 35% por falta de habilitação legal para conduzir. Trata-se de aumentos de 12,9% e de 17,4%, respetivamente, face ao período homólogo.

No total, houve mais de 694 mil infrações registadas nos primeiros sete meses do ano, o que representa um crescimento de 12,2% face ao período homólogo do ano anterior. No entanto, lê-se no documento, a taxa de infração diminuiu 13,3%.

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