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Ideias idiotas, mas milionárias

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Créditos: DR

Já alguma vez se aperceberam que estamos, todos, apenas a uma ideia de nos tornármos milionários. Por mais simplista que esse conceito seja, não deixa de ser verdade. Afinal, basta conseguirmos elaborar um plano criativo o suficiente para atrair novos consumidores e, com um bocadinho (grande) de sorte, criaríamos uma “máquina de dinheiro”.

E nem sempre a ideia precisa ser assim tão boa, visto que algumas pessoas já obtiveram muito dinheiro com criações bastante… ridículas, vá. A pensar nisso mesmo, hoje trago cinco invenções idiotas que acabaram por fazer com que alguém se tornasse uma pessoa milionária.

Pedra de estimação

O sonho de muitas pessoas é poder ter um animal de estimação para chamar seu. Mas e se isso não for possível? Que tal então uma pedra de estimação? Em 1975, o publicitário Gary Dahl teve uma ideia completamente estúpida, mas brilhante ao mesmo tempo. Dahl decidiu que seria uma excelente ideia vender pedras como se fossem animais de estimação tradicionais dentro de uma caixa de papelão, que inclusive vinha com buracos para respirar. Junto do produto, o cliente receberia um manual com piadas sobre como educar o seu novo companheiro. De alguma maneira, o produto caiu nas graças do público e Dahl lucrou rios de dinheiro e rapidamente se tornou milionário.

Website milionário

Em 2005, o estudante Alex Tew, de apenas 21 anos, teve uma das ideias mais simples e geniais de todos os tempos para se tornar um milionário: criar um site na internet que vendesse espaços publicitários por US$ 1. 

O projeto foi batizado de “Página de 1 Milhão de Dólares” e era uma única página na internet composta de 1 milhão de pixels. Ou seja, cada pixel representaria um anunciante e, caso todos os espaços fossem tomados, Tew acabaria por se tornar milionário. O projeto não só deu certo, como vários links dos anúncios originais continuam de pé até hoje.

Elásticos de borracha

Há 15 anos, o empresário Robert Croak inventou uma nova forma de chamar a atenção de crianças e adolescentes: criar elásticos de borracha com diferentes formas que poderiam ser colecionados e trocados entre amigos. A marca ganhou o nome Silly Bandz e passou a ganhar força pelos Estados Unidos.

Embora fossem apenas elásticos normais, exceto por assumirem a forma de um gato ou outro animal fofinho, este produto não tinha nada de excecional. Mesmo assim, conquistou milhares de fãs e continua a ser vendido em massa até hoje.

Osso da sorte de plástico

Nos Estados Unidos, existe uma tradição de quebrar o chamado “osso da sorte” do peru da ceia do Dia de Ação de Graças para ver quem será o sortudo da família naquele ano — brincadeira que os vegetarianos não costumam alinhar por uma questão de princípios.

Então, em 1999, Ken Ahroni decidiu que era hora de inventar uma versão de plástico do osso para que todos pudessem participar desse momento. O produto foi lançado em 2004 pelo preço de US$ 3,99 e surpreendentemente ganhou espaço no mercado. Atualmente, Ahroni costuma lucrar cerca de US$ 2 milhões por ano com esta a sua invenção.

Óculos para cães

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Créditos: DR

Será que o vosso cão precisa de óculos? Certamente a resposta é não, mas mesmo assim há quem ache super fofo se estes animais usassem um acessório desse género. Foi por isso que o inventor Roni Di Lullo decidiu criar uma linha de óculos para o melhor amigo do homem.

Os Doggles, como foram batizados os óculos para cães, foram lançados no mercado em 1997 e renderam a Di Lullo milhões de dólares. Por mais desnecessário que este produto seja, pode ser comprado numa enorme variedade de tamanhos e atingiu o mercado no mundo todo.

Kika/MS

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