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Vivo bem sem ti!

Bem, acho que já não há ninguém que duvide que o nosso corpo é, realmente, algo fascinante. Ao longo dos tempos, ele foi-se modificando, adaptando e transformando até se tornar naquilo que é nos dias de hoje. Não podemos dizer que seja perfeito, mas está bem lá perto!

Ainda assim, parece que ficámos com algumas “peças” que parecem já não fazer muito sentido, não se percebendo muito bem ou não se encontrando uma razão que explique a necessidade de elas ainda fazerem parte desta “máquina” que tanto evoluiu. Assim, hoje decidi trazer-vos alguns exemplos de partes do nosso corpo sem as quais poderíamos viver perfeitamente… Vejam lá se concordam!

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Créditos: DR.

Dedo mindinho

Já lá vai o tempo em que dizíamos que o ser humano é descendente dos macacos: inclusive, a BBC News Mundo apresentou algumas questões interessantes sobre a evolução humana, entre elas o facto de os homens modernos, da espécie Homo sapiens sapiens, não terem evoluído dos macacos – no entanto, partilham um ancestral comum com eles. Ao que parece, o mais correto será dizermos que somos mais uma espécie da ordem dos primatas, que começou a sua história evolutiva há cerca de sete milhões de anos: “um ancestral comum com os chimpanzés divergiu em duas linhagens diferentes, provavelmente por razões climáticas” e “a linhagem que deu origem aos chimpanzés, Pan paniscus e Pan troglodytes, permaneceu no oeste de África. A linhagem que acabou por dar origem à humanidade atual evoluiu no sul e no leste de África.” Tudo isto para dizer que primatas como os chimpanzés precisam de todos os dedos para se segurarem e balançar nas árvores, mas tal não acontece com o Homem moderno – conseguimos fazer a maioria, senão a totalidade, das tarefas diárias recorrendo apenas ao polegar e aos três restantes dedos. Já agora – já tentaram mexer só o dedo mindinho e manter o anelar imóvel? Difícil, não é?

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Créditos: DR.

Costela extra

Já ouviram falar de alguma atriz ou de algum cantor, por exemplo, que se tenha submetido a uma cirurgia para retirar uma costela, de forma a obter uma silhueta “ideal”? Bem, esses boatos podem ter o seu “quê” de verdade! É que enquanto a maioria das pessoas tem 12 pares de costelas, 5% dos humanos possuem um conjunto extra perto do pescoço.

 

 

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Créditos: DR.

Dentes do siso

Também conhecidos como os “dentes do juízo”, por serem os últimos a nascer – entre os 16 e os 20 anos -, estes dentes são uma “herança” dos nossos ancestrais mais primitivos. Eles utilizavam-nos para triturar alimentos que para além de serem comidos crus eram também mais duros. Com o passar do tempo, os alimentos passaram a ser cozinhados, o padrão de alimentação tornou-se mais pastoso e, assim, a utilização dos dentes do siso foi-se reduzindo. Para além disso as mandíbulas dos homens pré-históricos eram muito maiores e o nosso cérebro também cresceu, o que exige mais espaço na caixa craniana e faz com que com que o nosso maxilar se torne incapaz de acomodar os antigos 32 dentes.

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Créditos: DR.

Cóccix

A base de nossa espinha possui um conjunto de três a cinco vértebras agrupadas. Quer isto dizer que em algum momento da sua evolução os humanos tiveram uma cauda! Parece coisa de filme, mas a realidade é que esse conjunto de ossos foi mesmo tudo o que sobrou dos nossos “rabinhos”!

Inês Barbosa/MS

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