Entretenimento

O comandante da aeronave

Ziko Pereira

Na linguagem televisiva, uma expressão muito usada por quem é do meio é “O Boeing (maior fabricante de aviões do mundo) descolou”, que significa que um material televisivo foi ao ar. O avião da Camões TV arrancou no último dia 4 de fevereiro e foi um sucesso. O comandante deste projeto, o brasileiro Luciano Paparella Júnior, em, exclusivo para o Milénio contou um pouco da sua história.
Paparella explicou que o sonho da Camões TV nasceu a par da fundação da Camões Radio. “A Camões TV já era um sonho antigo do Sr. Manuel (Comendador Manuel DaCosta, Presidente da MDC Media Group). Ele é um visionário porque criou uma rádio para a comunidade de língua portuguesa. É com muita ousadia e uma verdadeira paixão que o Sr. Manuel DaCosta aposta neste projeto para a comunidade. O sonho de criar a Camões TV vem desde que a Camões Radio foi formada. O Sr. Manuel DaCosta fez a proposta para que eu fizesse parte deste desafio e ajudasse a construir este projeto. A paixão que eu trago em trabalhar com televisão e a experiência que tenho ajudou bastante para transformar esse sonho em realidade”, completou. O nosso projeto fica ainda mais forte com a participação ativa do nosso vice-presidente Joe Eustáquio, que acompanha diariamente a evolução desta nova etapa.
O programa Camões TV, que tem a duração de uma hora, é transmitido semanalmente aos domingos, entre as 10h às 11h, a nível nacional pelos seguintes canais: Bell TV 583, BELL FIBE 235/1235 (confirme o pacote de TV e adicione o canal sem qualquer custo), Rogers 129, Cabo básico 12 e Shaw direct 646. Luciano dissertou que o objetivo é ter uma linguagem dinâmica e que seja acessível a todos. “A ideia é fugir da mesmice que tem por aí, com base na forma diferenciada que vínhamos a produzir esse conteúdo que era disponibilizado via YouTube e Facebook. A comunidade começou a perceber uma maneira diferente de produzir esses conteúdos e de contarmos uma história, com uma linguagem moderna que atinja todas as classes e idades.”, explicou.
A estrutura terá a contribuição de todas as plataformas da MDC Media Group. “Será um programa muito rotativo, diversificado e dinâmico. Terá quatro blocos e estaremos sempre a fazer uma programação muito variada. Poderá ter segmentos fixos, mas teremos muitos conteúdos que vão variando. Outro aspeto importante é que não nos queremos só focar em Portugal, mas nos outros países de língua portuguesa, como seja o caso do Brasil, Angola e Guiné Bissau”, partilha.
“Os apresentadores serão a Telma Pinguelo, Nuno Miller, Reno Silva e Ziko Pereira. Além disso, uma participação importante do Paulo Perdiz, que será o nosso correspondente em Portugal. Ele vai trazer-nos todo tipo de matéria, desde entrevistas a cantores famosos até uma matéria sobre desporto ou turismo, por exemplo. Teremos o Ziko Pereira, que contribuirá muito com produtos sobre brasileiros, junto com o Diogo Snow. Todos aqueles que fazem parte do MDC Media Group irão colaborar”. O jornal Milénio Stadium também fornecerá conteúdos e estaremos todos os factos que foram destaque na publicação dessa semana. A Revista Amar (revista mensal dirigida por Carmo e Carlos Monteiro) vai ser um caso diferente. Porque o que for capa da revista, será o tema principal do programa daquela semana”, completou.
Quem é Luciano Paparella Júnior?
O paulista Luciano Paparella Júnior tem muita experiência com vídeo. Ele chegou ao Canadá há três anos e trabalha no Grupo Camões há dois, a convite de Manuel DaCosta, presidente do Grupo Camões. “Há 27 anos atrás montei uma produtora no Brasil voltada para vídeos corporativos. Fiz muitos vídeos publicitários, corporativos, institucionais, voltado para o treino de funcionários, animação gráfica. Por exemplo, fazia uma animação para mostrar como funcionava a mecânica da máquina e, na época, aquilo era maravilhoso para quem visse”, disse.
Paparella veio para o Canadá porque o número de oportunidades seria maior. “Já era um sonho meu e da minha esposa Adriana de vir para o Canadá. Recebíamos notícias de como era a vida aqui no Canadá e como era diferente do Brasil. Acabei motivado pela família e por uma iniciativa minha e da minha esposa a vir para cá”, contou.

 

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