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A brief history of ashtrays

A BLAST FROM THE PAST

Ashtrays were once very common in mostly every home. Styles varied and some were floor mounted types, table top or wall mounted. Even persons that did not smoke had them readily available for their friends who smoked. People collected ashtrays, particularly from their favourite restaurants, car dealership or even the place that they had vacationed. 

brief history of ashtrays -toronto-mileniostadium
Credit: Armando Terra

Ashtrays served as a very successful form of advertising for companies, who chose to pass them out for free. Novelty ashtrays began to flood the market in the mid-1950’s, most of them originally fabricated in Japan. Ashtrays were made of many different types of materials, including glass, porcelain, crystal, brass, silver, pewter, and ceramic. 

The history of smoking is much older than the history of ashtrays. The earliest known examples date from the very early 19th century and were subsequently in very common use by the late Victorian era. Starting in the early 20th century, ashtray use and production began to rapidly increase. At this time, individual smaller sized ashtrays began to be produced, which included the very popular bean bag based model. 

Immediately following World War I, smoking became very popular amongst women, especially the younger “flapper” generation. There new “flappers” wanted to also enjoy the pleasures, that had been only limited to their male counterparts. 

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Credit: Armando Terra

Many major manufactures began to capitalize on this growing trend, by designing and fabricating ashtrays which were dainty, very delicate and purposefully designed for female exclusivity. Examples of the era were fabricated of fine crystal, porcelain and glass, many with fine embossing’s and hand painted scenes. 

Ashtrays of the same era for men, differed in that they were often large, heavy and were constructed of materials which symbolized power, stability and authority. Materials included bronze, brass, heavy glass, steel and marble. This type was particularly for men only, for both cigarettes and cigar afficionados. 

The popularity of smoking was greatly intensified during World War II, especially within the Armed Forces, Army, Navy and Airforce, as was often depicted in the early 1940’s – 1950’s war cinema. Through the entire evolution of the ashtray, glass has always been the main choice of manufacturers. Glass is the ideal substrate as it is durable, cleaned with ease and will not stain. Glass is entirely resistant to a hot burning tip and is also very suitable in any interior design. Ashtray collecting is a very popular form of items relating to tobacco, specifically known as “Tobacciana”. 

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Credit: Armando Terra

It should also be noted, that cigarette and cigar ashtrays are very different from each other. Ashtrays for cigars require ample room for the tip to evenly burn, no part of the tip should come in contact with the ashtray, as this will cause uneven burning. Cigar is positioned strictly horizontal, resting on ashtray and not smudged down on an angle into a tight space, like a cigarette. 

Today, ashtrays are still being produced, however, not to previous levels that were readily seen in homes, businesses and restaurants. 

The following form part of the collection: 

  • 1930’s – Schafer & Vater, “for He’s a Jolly Good Fellow” figural ashtray. Made in Japan, pristine, 5” tall and in C-10 condition. No cracks or crazing of any kind.
  • 1930’s – Schafer & Vater, “By the Light of the Silvery Moon” figural ashtray, made in Japan, pristine, 5” tall and in C-10 condition. No cracks or crazing of any kind. 
  • 1950’s – Complete set of double ashtrays and matching lighter stand. Funky mosaic design with delicate grouting. No chips, cracks or crazing. Unusually hard to find example. C-10 condition. 
  • 1960’s – Made in Canada, “Beauce Model 638” table top ashtray. Features original lighter and cigarette pack decks. Very rare to find with original lighter. Cigarette pack is Russian “Cosmos” brand, sealed and intact. 

Armando Terra/MS


Versão em português

Uma breve história sobre cinzeiros

Os cinzeiros eram outrora muito comuns em todas as casas. Os estilos variavam e alguns eram de chão, de mesa ou de parede. Mesmo as pessoas que não fumavam tinham-nos prontamente disponíveis para os seus amigos que fumavam. As pessoas colecionavam cinzeiros, particularmente dos seus restaurantes favoritos, concessionária de automóveis ou até mesmo do lugar onde faziam férias.

Os cinzeiros serviam como uma forma de publicidade muito bem-sucedida para as empresas, que optaram por distribuí-los gratuitamente. Os cinzeiros novos começaram a inundar o mercado em meados da década de 1950, e a maioria deles eram originalmente fabricados no Japão. Os cinzeiros eram feitos de muitos tipos diferentes de materiais, incluindo vidro, porcelana, cristal, latão, prata, lata e cerâmica. 

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Credit: Armando Terra

A história sobre fumar é muito mais antiga do que a história dos cinzeiros. Os primeiros exemplares conhecidos datam do início do século XIX e foram posteriormente bastante usados no final da era vitoriana. A partir do início do século XX, o uso e a produção de cinzeiros começou a aumentar rapidamente. Nessa altura, começaram a ser produzidos cinzeiros individuais de menor dimensão, que incluíam o muito popular modelo à base de sacos de feijão. 

Imediatamente após a Primeira Guerra Mundial, fumar tornou-se muito popular entre as mulheres, especialmente com a geração mais jovem de “flapper”. Havia novas “flappers” que também queriam desfrutar dos prazeres, que tinham sido limitados apenas aos seus homólogos masculinos. 

Muitos grandes fabricantes começaram a capitalizar esta tendência crescente, projetando e fabricando cinzeiros que eram elegantes, muito delicados e propositadamente projetados para a exclusividade feminina. Exemplos da época eram fabricados em cristal fino, porcelana e vidro, muitos com gravuras finas e cenas pintadas à mão.

Os cinzeiros da mesma época para os homens divergiam na medida em que eram muitas vezes grandes, pesados e eram construídos de materiais que simbolizavam poder, estabilidade e autoridade. Os materiais incluíam bronze, latão, vidro pesado, aço e mármore. Este tipo era especialmente para homens, tanto para cigarros como para charutos. 

A popularidade do tabagismo foi muito intensificada durante a Segunda Guerra Mundial, especialmente dentro das Forças Armadas, Exército, Marinha e Força Aérea, como foi frequentemente retratado no cinema de guerra do início da década de 1940 – 1950.  Através de toda a evolução do cinzeiro, o vidro sempre foi a principal escolha dos fabricantes. O vidro é o substrato ideal, pois é durável, limpo com facilidade e não mancha. O vidro é inteiramente resistente a uma ponta quente e a arder e também é muito adequado em qualquer design de interiores. A coleção de cinzeiros é uma forma muito popular de artigos relacionados com o tabaco, especificamente conhecidos como “Tobacciana”. 

Note-se também que os cinzeiros de cigarros e charutos são muito diferentes uns dos outros. Os cinzeiros para charutos requerem um amplo espaço para a ponta queimar uniformemente, nenhuma parte da ponta deve entrar em contacto com o cinzeiro, uma vez que isso irá causar queimaduras irregulares. O charuto é posicionado estritamente na horizontal, apoiado no cinzeiro e não inserido num espaço apertado, como acontece com o cigarro. 

Hoje em dia, os cinzeiros continuam a ser produzidos, no entanto, não em níveis anteriores, em que eram facilmente vistos em casas, empresas e restaurantes.  

Fazem parte da coleção: 

  • 1930 – Schafer & Vater, “for He’s a Jolly Good Fellow” cinzeiro figural. Feito no Japão, imaculado, 5” de altura e em estado C-10. Sem rachaduras ou falhas de qualquer tipo. 
  • 1930 ‘ s – Schafer & Vater, cinzeiro figural “By the Light of the Silvery Moon”, feito no Japão, imaculado, 5” de altura e em condições C-10. Sem rachaduras ou falhas de qualquer tipo. 
  • 1950’s – Conjunto completo de cinzeiros duplos e suporte de isqueiro correspondente. Design de mosaico funky com argamassa delicada. Sem rachaduras ou riscos. Invulgarmente difícil de encontrar. C-10 condição. 
  • 1960’s – Made in Canada, “Beauce Model 638” cinzeiro de mesa. Apresenta isqueiro original e decks de maços de cigarros. Muito raro de se encontrar com isqueiro original. O maço de cigarros é da marca russa “Cosmos”, selado e intacto.

Armando Terra/MS

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