Toronto de avesso
Bom dia ou boa tarde. Dependendo de onde nos lê. Se estiver feliz e de saúde, já é meio caminho andado.
Mais uma sexta-feira. E outro mês a findar. O Halloween à porta e a criançada a vibrar com a noite das bruxas. Se bem que elas existam 365 dias e 24/24. É assim…
Bem, não quero opinar sobre o tópico de Doug Ford querer comprar votos. É tão óbvio q me dá convulsões. Vou comentar dobre o Status Quo da nossa “beloved” cidade.
Esta semana já experimentei vários ataques de ansiedade ao tentar movimentar-me na mesma. Que absurdo. Exausta e baralhada. Como é possível esta cidade estar “assolapada” com tanto corte e desvio? Não reconheço esta cidade. Que desespero. Onde nos podemos esconder?
E para onde vamos? Cada vez mais pessoas. Já não existem estruturas capazes de suportar tanta gente. Nisso, sim, é que os líderes do nosso país, a todos os níveis, se deviam concentrar.
Mas muito pouco ou nada percebo disto. Pagam-se os impostos e pronto. A partir dai somos peças de um puzzle gigante que nunca mais vê a hora de ser completado.
É o que é e vai valer sempre o que vale.
Toronto no seu pior. Pessoas mal-educadas nas ruas, nas estradas e cada vez me identifico menos com esta cidade e estrutura de sociedade.
Fazer o quê? Take the good with the bad.
Assistam a mais um Roundtable e escutem e participem na discussão sobre as situações que assolam a nossa província, com Vince Nigro nas lides de mais um programa, às seis da tarde, horas de Toronto.
Até já e fiquem bem,
Cristina
Cristina








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