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Ready, set… cá vamos nós…

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Boa sexta-feira para si que pegou em mais uma edição do jornal Milénio.

Cá estamos, setembro dentro, gaiatos para a escola e alguma normalidade. Aliás, já ninguém fala sobre a pandemia, embora esta ainda deixe alguns registos diariamente. Mas, do mal o menos, ainda bem que assim é. E por falar em retoma de normalidade, o TIFF, Toronto International Film Festival que é um festival sobre cinema bastante celebrado por estas paragens, também a retomar o seu caminho. Após o devido interregno, chega com 47 anos a celebrar este festival. 11 dias de muita coisa. De 8 (ontem) a 18 deste mês, as mais diversas películas, short films e as estrelas mais famosas pisam pé na nossa cidade, para adicionar algum Glamour que Toronto certamente anda a carecer. Para nós, comuns cidadãos. Eu também, pois claro. Este festival diz-me muito pouco ou quase nada. Aliás, nunca disse. Mas concordo que seja uma mais-valia para a cidade. Celebrar a sétima arte é sempre importante. Mas como sou mais prática… o que vai acontecer realmente é que o trânsito vai ficar mais irritante, se isso for possível, se por acaso tiver de ir até à baixa. Prepare-se já para as restrições em certas áreas.
E o que é que a sétima arte realmente faz por nós? Gosta de cinema? Aprecia? Houve uma altura que eu não perdia a oportunidade de ir assistir a um filme todas as semanas. Fazia disso o meu date night com a minha cara-metade. Mas, claro, a vida muda e as rotinas também. Certamente que a pandemia não ajudou, diria, muito pelo contrário. Mas perguntaram-me esta semana o que sinto quando assisto a uma película.

Bem, para mim, tal como ler um bom livro, gosto de assistir a um bom filme. Mas o que é bom para mim, não é necessariamente para si. Gosto de alguma especulação ou fantasia, mas com verdade e realidade à mistura. O surreal não me impressiona. Gosto de películas que passem algo, que nos façam sentir como reagiríamos se fosse essa a nossa realidade. Gosto de emoção, de histórias de amor, sim ainda sou romântica, à moda antiga e muito frequentemente dou por mim emocionada com a lágrima no canto do olho…

Mas não contem comigo para filmes futuristas, nem de terror. Não estou para desperdiçar emoções.
É o que é e vai valer sempre o que vale. Que encham estes e outros tantos festivais e que mais que não seja para animar a alma da cidade.

Logo espero por vós para mais um Roundtable, às 6 da tarde.

Fiquem bem e até já,

Cristina Da Costa/MS

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