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Pelos mares da esperança…

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Olá como estão hoje, nesta sexta-feira, dia 13 de Maio?
Impecáveis, assim espero e desejo. Vamos caminhando, dia após dia, com esperança e fé no olhar.
Não se assuste a não ser que seja deveras supersticioso. É o que é.

Mas esta sexta-feira tem vários outros significados para nós portugueses. Enquanto cidadãos de crença e habitantes deste país de acolhimento, que é o Canadá.

Hoje celebram-se 105 anos após a primeira aparição de Nossa Senhora de Fátima aos três pastorinhos em Fátima, na Cova da Iria.

Simbolicamente muito importante para nós cidadãos de crença e de fé. Ora… uns mais do que outros.
Celebra-se também, no seio da nossa comunidade, 69 anos da chegada da primeira imigração a bordo do navio Saturnia, a Halifax, aqui no Canadá. Imigrantes. Pioneiros com as malas com poucos pertences, mas repletas de medos, de sonhos e muita esperança. Sem saber o que ou quem os aguardava ao certo. Esses sim foram verdadeiros heróis que traçaram uma rota para o que temos hoje. Embora e quanto a mim, não haja grandes inovações. Comunidade fantástica. Trabalhadora. Sempre na luta, mas a descurar o que realmente importa.
Estagnaram um pouco e tempo demais. Inauguravam-se clubes e associações umas atrás das outras. Muitas sem condições e até hoje continuam sem ter meios plenos para acartar com as próprias despesas, mas o que importava era ter um clube. O Sr. Fulano tal a ser nomeado presidente para aparecer em festa após festa e para quê realmente? Onde está a comunidade mais jovem? Que ao serem, muitas e tantas vezes, excluídos se afastaram. Nem a nossa língua-mãe sabem falar como deve ser. Porque vivem no Canadá. Porque não se importam com o que realmente vale a pena. A essência. Não os títulos. Não se valer desses mesmos títulos para alimentar os próprios egos e enxovalhar os demais. Ainda há pessoas assim no meio da nossa comunidade. É o que é e vale o que vale.

Inovações? O que se deveria fazer para honrar os pioneiros corajosos que deixaram a sua zona de conforto em busca do desconhecido?

Começar por respeitar os que se importam. Os que investem na comunidade e pouco ou nada são reconhecidos. Tratar de envolver a camada mais jovem. Por que não arranjar um comité para angariação de fundos através destes clubes, que são tantos, até demais, para o Magelan Community Centre? Que, de uma forma ou de outra, vai beneficiar sem dúvida toda a comunidade. Deixando os egos de parte e trabalhando para um mesmo fim. A isso se chama comunidade. Trabalhar para o mesmo fim e deixar a vaidade e o clubismo de parte. Uma vez na vida e com 69 anos no regaço, faça-se algo em prol de todos nós. Não só do “eu”.

Mais não digo…
Sempre disponível para ajudar. Fiquem bem, e até já,

Cristina da Costa/MS

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