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Olhar de Paz

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Ora viva, bom dia, como estão no fim de mais uma semana atribulada?

Esperançosos e saudáveis? Idealmente assim. Esperemos.

Vou-vos transcrever um excerto revelador das consequências do Global Warming. Se não acreditávamos que o nosso planeta está em plena mudança, então aí, a mãe natureza surpreende-nos a cada passo e mostra-nos o que realmente está a acontecer, quiçá muito zangada e com vastos motivos para tal.

Numa nota emitida esta terça-feira (15), o IPMA (Instituto Português do Mar e da Atmosfera) confirma que está a ocorrer, em Portugal continental, o “transporte de poeiras” devido a “um fluxo de sul induzido pela depressão Célia”.

Pois é… até a “Célia” se anda a portar mal. Brincamos, mas de piada não tem muito.

Esta semana para além das loucuras globais que já estão a atravessar todos e quaisquer limites humanos e imaginários, o Jornal Milénio toca no tema MULHER.

Pois…

Cá estamos HIRTAS e a levar com isto tudo e com mais o que quer que seja nos afronte. E sabemos lidar. Sabemos gerir. Sabe Deus como, por vezes, mas cá estamos.

Ser mulher nunca foi tarefa fácil, contudo executável e com classe, com elegância e “Savoir faire“.

Primeiro Ser Mulher. Mãe. “Entranhar laboralmente” numa sociedade machista, que se esquece que sem nós o mundo, simplesmente, não funcionaria. Vou mais longe. Adoraria ver um homem dar à luz (com as respetivas dores de parto, claro está…), amamentar, preparar refeições. Miúdos para a escola. Ala para o trabalho e depois ao fim do dia, inversão de marcha e o ciclo repete-se. Alguns homens até se queixam do ar que respiram. Não obstante têm o seu papel, o qual não se pode retirar, mas… que nunca, jamais, nos vão alcançar… nunca! Jamais!
Não se ofendam, pois tenho-vos muito respeito. Fui educada por um pai digno, humilde, honesto e trabalhador. Contudo, percebi desde muito jovem que sem o motor mor (a minha mãe), aquele lar nunca seria funcional. Isto vezes milhões de lares.

Somos consideradas ainda de “sexo mais fraco”. Muitas vezes subestimadas, mas nunca, jamais, baixamos os braços.

Tiro o chapéu a toda a mulher, principalmente as de coragem que se atrevem a sonhar e a concretizar todos os seus sonhos. Assim estamos. Rainhas a ajustar as coroas umas das outras. Cuidem-se, respeitem-se.
E o que é e vale sempre o que vale.

Fiquem bem, bom fim de semana e até já, se Deus quiser, os homens deixarem e as mulheres também.

Cristina Da Costa/MS

 

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