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O futuro – a quem pertences “entre aspas”?

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Bom dia,

Excelente sexta-feira. Hora nova. Novo solstício de primavera, pelo menos no calendário. Mês a meio e cá estamos nós a saltitar e quase sem sair do mesmo lugar. Espero que esteja bem :)!
Fala-se esta semana de Inteligência Artificial. Pois. Estranho, certo? Ao que nós chegamos e o que ainda está para chegar…

Afinal, vamos lá tentar resumir. Porque já usamos “disto” sem nos apercebermos.
Inteligência artificial: aplicações na vida real

Fala-se cada vez mais de inteligência artificial. O potencial desta tecnologia é enorme, mas tem um longo caminho a fazer antes de estar omnipresente na nossa vida.
A Inteligência Artificial já entrou na vida quotidiana. Assistentes de voz, como Siri ou Alexa, são quase um membro da família em muitas casas.

Os algoritmos também já tomam algumas decisões por nós, embora a partir de diretrizes humanas. Em casa, nos nossos carros, e, principalmente nos nossos telemóveis. Também na medicina. Mas ainda precisam da necessária supervisão humana e não descurada. Precisam e por muito tempo. É demasiado arriscado deixar a máquina tomar decisões, sem a interação de um especialista, que pode ou não concordar com o diagnóstico feito de modo automático pelo sistema. Em alguns casos, esta confirmação é crítica, como no setor da saúde ou da segurança.

Embora a Inteligência Artificial esteja cada vez mais presente, é ainda duvidosa para muitos de nós. As desvantagens da Inteligência Artificial não superam as vantagens que a tecnologia pode trazer para a nossa evolução como sociedade.

A maioria delas consistem em especular a possibilidade de que, em momento algum elas podem superar os seres humanos, em todos os aspetos, para nos substituir.

Mas como lá diz o ditado – adeus mundo! Cada vez pior, ou melhor, já nem sei. Estamos dependentes deste mal necessário – a tecnologia que nos controla.

Já reparou que quando diz por exemplo e perto do seu telemóvel. “Ai tenho de comprar isto ou aquilo”. Quase de imediato, “caem-nos em cima” imensas mensagens, email’s, posts, sobre o assunto e acabamos vítimas de tanta solicitação. E não diga a ninguém e muito menos a si próprio que da verdade não se trata.
É o que é e vale o que vale. Estamos a ser manipulados para coisas maiores, não sei se melhores.
Em breve seremos apenas mais uns “robots“ que, de quando em vez, sangram.

Fiquem bem e até já,

Cristina DaCosta/MS

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