Temas de Capa

O amor e as cabanas…

Muito bom dia,

Hoje é sexta-feira, dia 25 de junho. Cá estamos consigo em mais uma edição do Milénio. Espero-vos bem e com muita saúde e não se esqueçam de ir sorrindo também. Hoje o tema de capa abraça o “amor” essa palavra que nos deixa entontecidos e com “borboletas” no estômago. Não é? Tema quase proibido, tal como a política e a religião, e complicado falar de…

O amor e as cabanas-canada-mileniostadium
Créditos: DR.

Então e nos tempos que correm… nem se fala. Cada vez mais há mais procura de namoricos “on-line” para abafar a solidão. Este sim é um fenómeno que passa muito ao lado de uma sociedade quase “mecanizada”, desprovida de tempo e quase de sentimento. E triste sim… Já lá vai o tempo, e há muito tempo, que o namorico tradicional perdeu pujança. Onde a vergonha de pedir namoro àquela miúda gira fazia com que se inventassem quase métodos novos. Agora? Agora o amor e a cabana já nem sentido fazem. Só mesmo na canção do grande José Cid.

Basta chamar pela Siri ou fazer uma pesquisa pelo Google que aparecem dezenas, ou melhor, centenas de sites para quem procura “abafar” a solidão. Por vezes tem um final feliz, noutras nem tanto. Pois não se esqueça “que nem tudo que brilha é ouro”. Ao mesmo tempo e para os desprovidos de “tempo” e pouco desinibidos não será má ideia avançar com cautela e não ter preconceito de conhecer pessoas pela internet.

Algumas pessoas têm opinião muito preconceituosa no que diz respeito a conhecer um homem ou uma mulher pela internet. Você não precisa pensar assim. Creio que se podem conhecer pessoas genuínas e que procuram um relacionamento sério, mas é preciso ter muito cuidado. Hoje em dia já é possível encontrar sites sérios e que, de facto, cumprem a proposta de unir casais. Acontece que, ao mesmo tempo que há homens e mulheres na procura de um companheiro/a, também há aqueles interessados apenas em relacionamentos relâmpago. Alguns dirão isso, mas na maioria, claro, está oculta essa informação.

Conte com a sua inteligência. Intuição e o “tal sexto sentido”. Porque “quando a esmola é muita… o cego tem de desconfiar”. Cuidado com alguém que quer logo entrar na sua vida, rotina, conhecer os seus amigos – tipo cheguei é tudo meu… Não, não, não. E jogo de cintura. Vá com calma. Pesquise, se gostar da pessoa. Vá com cuidado. Afinal, esteve a aguardar por ele/ela certo? Mas olhando o reverso da medalha, no coração ninguém manda. Eu continuo a dizer “O amor é cego, os vizinhos é que não” por por isso, piano, piano… Se der certo. Muito bom. Mas o pior é quando o “jogo do amor” dá para o torto e a luzinha da felicidade se apaga.

Desejo-vos tudo de muito bom e usem o vosso próprio senso comum. Agora mais do que nunca, que andamos todos um tanto ao quanto carentes e vulneráveis. Aguarde que o universo se alinhe e é o que é e vale o que vale.  Cuidem-se, cumpram as regras, se puderem vacinem-se e amem muito.

Bom resto de semana.

Até já,

Cristina DaCosta/MS

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