O amigo que é

Ora viva, boa tarde.
Mais dia e mais um fim de semana.Junho dentro e assim se vão passando os dias…
Neste tema de capa do nosso jornal Milénio, questiona-se a amizade, numa altura em que nomes bem sonantes da atualidade mundial fazem notícia – Elon Musk & Donald Trump, levantando a grande questão – afinal, são amicíssimos ou tudo se tratou apenas de uma grande encenação? Um pouco dos dois. Apresentavam-se como amigos, de repente há uma zanga, convenientemente, digamos, e lá se foi a amizade. Depois, já se sabe, zangam-se as comadres, sabem-se as verdades. Enfim. Amigo do meu amigo, meu amigo é ou seria…
Bem, e afinal o que se entende por amigo? A primeira definição de amizade é: “Sentimento fiel, afeição; simpatia, estima ou ternura entre pessoas que geralmente não são ligadas por laços de família ou por atração sexual.” Mas podemos perguntar: “E onde está a virtude que une os amigos?” Entendo que a amizade, para ser verdadeira, sempre engloba fidelidade e estima.
Por vezes, uma e tantas vezes há entre “amigos” o interesse e o fingimento que se acalenta e esconde, mas um dia tudo vem à tona e a tal “amizade” que estava construída sem bases sólidas vai mesmo por água abaixo.
É o que é e vale o que vale. Quanto a mim, já não me apetece criar novas amizades, cada vez e a cada dia que passa fecho mais o cerco e há restrições. Não confio tão facilmente e já dizia a minha querida mãezinha, “Dá-se às pessoas o que elas querem”.
Fiquem bem e até já,
Cristina Da Costa/MS







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