Natal de omissões

Olá, bom dia, Espero-vos bem e com muita saúde.
A reta final do ano está aí e o para a chegada do Natal também. Vamos encarar esta fase das nossas vidas com serenidade? A verdade é que, se pensarmos bem, as filas e a loucura de uma correria desenfreada contra o tempo para apenas encontrar no presente “ideal”, não fazem nenhum sentido.
E se corrêssemos para encontrar a família ideal?
Pois, porque os amigos, esses podemos escolher, mas a família oh, oh… nem por isso. Essa história de ceia em harmonia é uma questão de sorte ou de fingir que se a tem.
Família, que palavra tão bonita, sendo definida como um grupo alargado ou não de pessoas provenientes da mesma descendência, cultural e de sangue.
Mas enfim, já lá vai o tempo em que era hábito e costume sentarmo-nos à mesa na véspera de Natal, a dita consoada. Os filhos começam a casar, a ir passar esses dias na casa das famílias dos esposos ou esposas e o sistema muda. Por vezes para melhor, convenhamos, porque nem sempre nos sentamos com quem gostamos. Eu falo por mim.
Mas quem é que me garante que também gostavam da minha companhia? Salvaguardando que sendo eu a cozinhar, aí era tudo fabuloso. Enfim, os tais “fingimentos” por justa causa.
Nestes dias que correm, e falo apenas por mim, quanto mais calmos forem os meus dias, tanto melhor e festas destas, eu a cozinhar e a limpar para ficar exausta no dia seguinte, dispenso. Basta encontrar-me com a família num lugar neutro, degustar seja lá o que for e dois bons dedos de conversa e já está. Essa sim é a consoada ideal.
Não me adianto mais porque nada mais tenho a adiantar.
Resta-me desejar-vos um Santo Natal repleto de saúde e paz. O resto vem por acréscimo. Não se esqueça de praticar a sua boa ação ajudando o próximo.
É o que é e vai valer sempre o que vale.
Até já,
Cristina DaCosta/MS







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