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Love is in the AIR!

O amor tem custos excessivos? Como se pode controlar esse custo?

Amor ou paixão – é daqui que sai o custo do amor, dois sentimentos parecidos, mas muito diferentes, com custos enormes. Ri quando ouvi dizer que o tema para esta semana ia ser o custo do amor. Fiquei com um bichinho na cabeça e fez-me pensar muitas vezes se iria ou não opinar sobre este tema tão importante nas vidas de todo o cidadão. Podemos pensar diferente e ver as cores que gostamos, mesmo a cor sendo diferente há quem troque as cores por acidente ou não vê as coisas coloridas como na realidade são. Amor é um sentimento de carinho e demonstração de afeto que se vai desenvolvendo com tempo, assim sendo é grátis. Acham que é grátis? Que não tem custos?

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Crédito: DR.

Ninguém consegue contabilizar o custo do amor. Se formos a pensar em custos, um patrão paga aos seus empregados, porque os mesmos exercem as suas funções com muito amor – quando dizem “ai que eu faço o trabalho com muito amor”, neste caso esse amor é pago. Ao contrário do que se pensa o amor pode ter custos muito mais elevados sem envolver dinheiro. Amor, amor, isto é mesmo de rir… outros dizem que o amor é como um fósforo de madeira – acende e enquanto existe pau o amor é grande. Amor é o contrário de desamor, ódio, raiva, tudo depende como se interpreta, visto em sentido contrário em envolvimento de paixão pode ter custos elevadíssimos.

Amor e paixão são dois sentimentos muito diferentes que sempre que se envolvem causam despesas loucas. Por vezes pode virar doença, os psicólogos afirmam que um/a apaixonado/a podem libertar grandes quantidades de substâncias como adrenalina. Consegue ser pior do que uma semana seguida de stress, neste caso o custo pode ser muito elevado porque passa a ser considerado doença, mas também há que diga que os efeitos de paixão são muito parecidos a como ter acesso a uma droga. As pessoas ficam à flor da pele, quando os médicos dizem que a droga faz esquecer, uma paixão consegue ser pior, o/a pobre esquecem-se de tudo, ficam influenciados, dominados pelo sentimento, mas ao contrário do que muitos pensam, isso acontece porque o sentimento e a influência são dominados pela pessoa que realmente ama e pelo medo de perder de perder a pessoa amada, o que 50% das vezes acaba por acontecer. Isto são os tais custos do amor, custos que não têm custo, nem explicação.

Um grupo de psicólogos depois de vários estudos conseguiu perceber que o amor dificilmente pode nascer de uma paixão, o amor é companheirismo, cumplicidade, interesses em comum, muita tolerância, muito respeito, assim o amor pode durar uma eternidade. Uma paixão no máximo são um a dois anos, se envolver interesses até pode virar doença, como, agonia, ansiedade. A paixão até causa dependência química e mais uma vez os custos são elevadíssimos, mas ninguém assume o erro ou procura ajuda e torna-se num final com muitos custos, mas não monetários como assim muitos pensam.

Esta é a minha opinião sobre os custos do amor, amor existe quando se fazem as coisas em comum e monetariamente pode haver custos, mas na realidade não se veem. Quando há paixão envolvida torna-se muito dispendiosa e os custos são elevados ao ponto de chegar a doença.

Um dia uma jovem psicóloga dizia que, “o amor não está à venda, não tem hora marcada e nem se manda vir por encomenda”. O amor nasce com o tempo, havendo paciência, humildade, respeito, trabalho em comum, desinteresses materiais e o saber cuidar. Isto não tem custo.

Sejam pacientes, humildes e respeitem que o amor vai nascer.

Bom fim de semana.

Augusto Bandeira/MS

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