Guerras de poder … no século 21

Ora viva bom dia, espero que estejam bem. Cá estamos no meio da viva loucura. Século XXI entra-nos porta dentro e pronto – pandemia, guerras, conflitos, governos tresloucados… Onde estamos, afinal? No meio da loucura. Sem qualquer sombra de dúvida.
Esta última encenação de terror não estava, de todo, prevista. Pagam os civis e quem lá no meio está e nós, em redor, pagamos as favas a um alto preço. Que ninguém duvide que tempos menos fáceis se avizinham. Fui tentar rebuscar os mais recentes acontecimentos para também ficar eu a perceber melhor.
Forças israelitas bombardearam depósitos de petróleo do Irão. Conflito já deixa dezenas de mortos e centenas de feridos nos dois lados. Novo ataque do Irão leva Israel a pedir que população procure abrigo.
A ofensiva israelita – denominada Operação Leão em Ascensão – envolveu cerca de 200 aviões e teve como alvos a capital Teerão, as centrais de enriquecimento de urânio de Fordo e Natanz, o aeroporto de Mehrabad e diversas bases militares. Lideranças militares, cientistas e civis iranianos estão entre os mortos.
Estados Unidos e Israel alertam que o pior ainda pode estar por vir, enquanto Teerão defende que sua resposta foi “totalmente legítima”. O Presidente do Irão, Masoud Pezeshkian, garantiu que Israel receberá uma resposta “mais dolorosa” se os ataques israelitas, iniciados na sexta-feira (13) contra alvos nucleares e militares em solo iraniano, continuarem.
“O Irão vai pagar um alto preço por matar civis, mulheres e crianças intencionalmente. Atingiremos o nosso objetivo de uma só vez”, afirmou o primeiro-ministro israelita durante uma visita à localidade de Bat Yam, nos arredores de Tel Aviv, onde um míssil atingiu um prédio e causou a morte de seis pessoas, duas delas menores de idade.
No local, ele expressou pesar “pela perda de vidas” e pediu que a população siga as diretrizes de segurança. “Quem as ouviu e cumpriu, e estava numa zona protegida, salvou-se. Quem não o fez, infelizmente, ficou ferido”, disse.
O primeiro-ministro israelita foi acompanhado pelo ministro da Defesa, Israel Katz, entre outras autoridades. Os Estados Unidos já reiteraram o apoio incondicional a Israel.
Assim estamos nós, os mais desprotegidos, sempre a pagar as maleitas dos governantes. A história repete-se a cada passo.
Temos que tentar manter a calma, porque nada é pior do que alarmar populações. Mas como os tempos que decorrem, dias de medo e insegurança é o que temos de mais certo.
Vamos zelar e rezar pela paz.
Fiquem bem e até já,
Cristina Da Costa/MS







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