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Entre o gatilho e a vida

milenio stadium - gatilho

 

Olá, viva,
Como passou esta semana? Espero que tenha sido calma e suave.
Cá estamos a dar as boas-vindas a mais um mês.

Junho mês de flores e de coisas bonitas, porque as feias aparecem gratuitamente e a qualquer altura. Muita coisa se passa neste mundo que nem sempre nos deixa ficar em paz. Nos Estados Unidos esta semana realizou-se o funeral de muitas das crianças que perderam a vida num ato sem sentido perpetrado por um jovem que com toda a certeza não estava, ele próprio, num bom lugar. Problemas psicológicos terão sido a base deste ato macabro de violência contra crianças inocentes, que se tinham deslocado na sua rotina para mais um dia de normalidade em suas vidas. Que descansem em paz. Que os pais encontrem alguma paz.

Na quarta-feira (1) mais um tiroteio nas instalações de um hospital em Oklahoma nos Estados Unidos, onde quatro pessoas perderam a vida, incluindo o atirador. Bem como lidar com esta aflição?

De todos os artigos que tenho escrito, este aflige-me porque a violência e o desequilíbrio mental estão cada vez mais em evidência na nossa sociedade.

O governo federal do Canadá esta semana implementou uma nova lei através do Bill C21 que acarreta punições mais severas ao uso e porte de arma ilegal. Trata-se das punições mais fortes dos últimos 41 anos.
Esperamos que esta nova conjuntura de impedimentos seja mesmo capaz de, de alguma forma, proteger todos e quaisquer um de violência desnecessária. A morte de pessoas por atos violentos é uma barbaridade que já está na hora de ser mais tomada a sério.

O mundo está mesmo virado do avesso. Esperamos que seja mais fácil manusear e implementar esta nova lei e que bom seria que os Estados Unidos, de uma certa forma, nos seguissem o exemplo. Continuar na rota da violência não deveria de ser a saída mais fácil, mas infelizmente é que mais presenciamos diariamente.
É o que é e vai valer sempre o que vale.

Esta semana estou desprovida de inspiração. Como mãe e apesar dos pesares não me consigo colocar no lugar das mães que levaram as suas crianças à escola para mais um dia igual a tantos outros e ficaram com as vidas martirizadas para sempre.
Fiquem bem e até já,

Cristina DaCosta/MS

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