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Cultura onde vais?…

 

 

Olá, muito bom dia! Sexta-feira dia 21 de junho. Mês dentro e pronto. Está com saúde, certo? Isso é, de tudo, o mais importante.

E por falar em importância, celebram-se este ano 500 anos do nascimento de Luís Vaz de Camões. Poeta português que nos deixou o maior legado em forma de manuscrito – Os Lusíadas. Passo por introduzir algo de relevo e importância e, depois, já vou unir o fio à meada.

Sendo 2024 o ano do quinto centenário do nascimento de Camões, o Arquivo Nacional Torre do Tombo promove uma mostra documental para comemorar aquele que é o expoente máximo da história da literatura e da língua portuguesa.

Nesta mostra apresentam-se diversos documentos à guarda da Torre do Tombo, onde se incluem o seu retrato “Fidelíssimo”, aquele que se julga ser o retrato mais fiel do poeta, mandado fazer pelo Conde de Vimioso, provavelmente entre 1580 e 1582.
Isto foi apenas um mimo “informativo”. Agora pergunto-vos eu…

Qual é a importância da cultura para a sociedade?

A cultura está relacionada diretamente à geração do conhecimento e ao exercício do pensamento, que são valores essenciais para o desenvolvimento da sociedade. Assim sendo a cultura é importante na formação pessoal, moral e intelectual do indivíduo e no desenvolvimento da sua capacidade de relacionar-se com o próximo.

E como a podemos preservar?

A nossa cultura está em todo a parte. Existe cultura na forma como nos vestimos, nos alimentamos, na maneira como falamos, nas músicas que ouvimos, filmes que assistimos e todas as formas como nos comportamos. A cultura é algo vivo, que se renova e se modifica todos os dias. Entretanto, é comum também que a nossa cultura sofra ataques, sem que nem mesmo percebamos.

Já parou para pensar nisso?

Bem, já que da fama não me livro, venha então a visão que tenho desta nossa cultura fora de Portugal, na diáspora. Ao que vens e para onde vais?

Será que só nos recordamos e vivemos a nossa Portugalidade por ocasião do 10 de Junho onde a Parada, que em tempos já foi significativa e até bem organizada, se tornou num espetáculo de egos e campanhas publicitárias de amigo para amigo, onde até se recolhem fundos que não são utilizados para os fins a que foram destinados? Pois… para bom entendedor, meia palavra basta. Parada de vergonhas alheias. É assim que a vejo. Algo a que não quero sequer ter o meu nome associado, nem em forma de participação, nem seja de qual forma for. O pior deste embrulho com papel de seda enrodilhado é que, há ego de sobra na comunidade e nos seus clubezecos que muito pouco ou nada contribuem para a “sanidade e postura”.

Desta comunidade lusa aqui radicada, ninguém, mas mesmo ninguém, de bem-querer se vai envolver e ousar mudar para melhor. Assim estamos. Em estado de “Nação estagnada”.

Mais não digo. Viva Camões, viva Portugal e viva você, caro leitor/leitora, a sua Portugalidade com fé, honestidade e dignidade tal como a vê. À sua maneira. Sem vaidade e em prol de todos.
Saúdo também a nossa seleção que já começou com o pé direito neste campeonato. Força Portugal.
Bem hajam e até já,

Ah e às 6 horas da tarde (horas de Toronto), assista e participe em mais um Roundtable onde a falar é que a gente se entende, nas lides de Manuel DaCosta e seus convidados.
É o que é e vai valer sempre o que vale.

Cristina

Cristina DaCosta/MS

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