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Ao som da nossa música

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Muito bom dia!

Cá estamos graças a Deus. Mais um dia, mais um dólar. Ditado antigo, mas tão verdadeiro, mas hoje em dia já devíamos dizer “mais um dia e mais dólares”, atendendo à forma que a vida corre. Enfim, cá vamos nós, maio fora e com o tempo fresco para este fim de semana prolongado. Algo a que também já deveríamos estar habituados, mas que estranhamos sempre. Pelo menos eu. Enfim.

Esta semana com a aproximação dos IPMA’s, International Portuguese Music Awards, coloca-se a questão da própria indústria musical. Sabemos bem que estes últimos anos têm sido diferentes e que, certamente, este mundo sofreu bastantes alterações durante e pós-pandemia. Vamos perceber como, por exemplo, mais consumo digital e mais poder dos artistas independentes poderão ser fatores de grande mudança nos próximos anos na indústria.

Já estamos habituados às alterações constantes que a indústria musical tem observado nas últimas décadas, as inovações tecnológicas na indústria continuam a ter um papel imprescindível para se compreender o futuro de como a música será criada, produzida, trabalhada e consumida nos próximos tempos.

Numa era em que o consumo de música é cada vez mais digital, parece haver um protagonismo crescente de certas plataformas (de terceiros) na distribuição de música, com especial destaque para o potencial de parcerias e o crescente cruzamento entre setores para envolver utilizadores e promover artistas de formas inovadoras. O streaming, embora altamente eficaz para chegar aos consumidores, deixa os detentores de direitos mais dependentes de plataformas de terceiros, pagando assim mínimos das receitas de assinaturas.

Além disso, e numa sociedade em que a busca pela atenção está para durar, a música enfrenta uma concorrência crescente de outros formatos de entretenimento. No processo de adaptação do mercado, o foco de inovações em tecnologia oferece novas ferramentas para artistas independentes para a criação de música, gestão de royalties, expansão do alcance dos fãs e partilha de música de forma diferente.

Claro que se mudaram os tempos. As vontades e os próprios estilos musicais. Numa época de cada vez mais concorrência onde nem tudo o que se escuta é real, qualquer pessoa pode criar um álbum musical com esta e aquela aplicação, não necessariamente tendo o talento que era outrora “exigido“.

Por exemplo, a era dos cd’s e outros tipos de gravações foi completamente atirada pela janela. Há uns anos atrás era impensável (eu) ter uma seleção musical no meu telemóvel e passá-la no sistema de som do meu carro. Já pensou nisso?

Vamos evoluindo sem pensar nas repercussões que estas “modernices” têm e na forma como afetam a vida dos artistas, que têm mesmo de se esforçar para alcançarem um lugar ao sol.
É o que é e vai sempre valer o que vale.

Fiquem bem, escutem as melodias da vida e até já,
Cristina DaCosta/MS

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