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A magia da vida de um ELF

Photo: @copyright

Este ano, enquanto eu conversava com um Elf, percebi o quão maravilhoso (e travesso) é o mundo deles. Não tenho crianças ao meu redor, mas sempre fui fascinada pela arte dos Elfs: a forma como organizam a lista de presentes, cuidam dos brinquedos e, acima de tudo, se divertem com a magia do Natal. Perguntei-lhe o que faria se algumas crianças da lista não tivessem passado o ano exatamente como deviam. 

“- Ah, nós observamos tudo! Algumas merecem presentes, outras… bom, inventamos desculpas para o Pai Natal tipo, o trenó ficou preso na neve, o Wi-Fi do Polo Norte caiu, essas coisas.”

Entre chocolates, rabanadas e pequenos pedaços de bolo, o Elf começou a contar histórias hilariantes: as desculpas inventadas para o Pai Natal. No fim, chega à conclusão de que, com açúcar e boa disposição, qualquer afazer do Natal se torna épico. 

“-Houve um caso em que o Pai Natal disse que o saco mágico tinha encolhido durante a noite, eu ainda rio quando lembro disso. Cada história mais esgarrada que a outra e mesmo assim cada uma faz parte da magia do Natal”, disse Elf em meio a uma gargalhada contagiante.

Embalagem de presentes, teste de brinquedos … ah testes de brinquedos, mais uma lembrança recente.

“-Era uma manhã aparentemente normal no Polo Norte, eu e os outros Elfs sabíamos que algo épico estava prestes a acontecer. O brinquedo da vez? Um carrossel musical mágico, prometido como o sucesso deste Natal. A primeira regra do teste: só Elfs corajosos podiam experimentá-lo. Eu, claro, ofereci-me voluntário.

Tudo começou bem… até que o carrossel decidiu que girar devagar era entediante. Cada volta acelerava, lançando-me para o ar como se fosse um foguete de Natal. Numa dessas acrobacias, fui direto para uma pilha de peluches de renas e bolas de Natal, enquanto a música tocava uma versão distorcida de Jingle Bells.

Mas não estava sozinho! Outros Elfs, curiosos, tentaram ajudar-me… e acabaram também a dar voltas pelo ar. Um deles caiu em cima de um trenó cheio de presentes, espalhando brinquedos pelo chão; outro acabou enrolado numa guirlanda gigante, que girava como se fosse uma roda de hamster. A cena parecia um verdadeiro cartoon natalício parecida com aquelas do Humor com realidade feitas pela Stella Jurgen… risadas, gritos de surpresa e neve falsa voando para todo o lado.

O clímax chegou quando o Pai Natal entrou no armazém. Olhou para o caos, coçou a barba e disse: “Então… alguém quer que eu adicione um botão de turbo a todos os brinquedos deste ano?”

No final, todos rimos, com alguns hematomas e muitos doces para recuperar a energia. O carrossel acabou aprovado, mas agora temos uma nova regra de segurança no Polo Norte: nunca subestime o poder de um brinquedo mágico… e nunca teste sozinho!”

Viver como um Elf não é apenas usar um chapéu pontudo e correr atrás de renas. É uma rotina recheada de magia, travessuras e, claro, muitos doces. Desde a alvorada, os Elfs acordam no ritmo de sinos e jingles, prontos para transformar simples pedaços de madeira, plástico e tecido em brinquedos que vão encantar crianças do mundo inteiro.

Entre risadas e corridas pelo armazém do Polo Norte, cada dia é um desafio: embrulhar presentes sem perder um dedo nas fitas adesivas, testar os brinquedos para garantir que funcionam e ocasionalmente brincar com eles antes da entrega, organizar listas intermináveis de crianças… algumas muito, muito travessas. Um Elf sabe que nem sempre é fácil decidir quem merece presentes e quem precisa de “uma mensagem do Pai Natal”, mas sabe também que uma pitada de criatividade e humor, transforma qualquer situação em diversão.

Um bom Natal a todos!

Fabiane Azevedo/MS

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