A gratidão de um país

Olá, muito bom dia. Espero que este mês de janeiro esteja a ser produtivo. Muita neve e frio, mas é “fruta da época” e não há escape possível.
Por falar em escape, o Canadá uma vez mais surpreende e não muito pela positiva.
As novas políticas de imigração já chegaram tarde, no contexto de que o pais precisa de mão-de-obra qualificada e de residência para quem realmente quer fazer algo da vida. Nos últimos anos “as portas“ da imigração quanto a mim foram abertas ao “contexto errado“ deixando entrar quem realmente não merecia.
Pergunto eu – quem vai “aguentar” um sistema que ajudou todos e quaisquer uns que pediam “ajuda”? Pedidos de refúgio, de exílio politico, religioso etc, qualquer desculpa de cariz “humanitário” para se acolherem por entre nós. E contribuir, trabalhar para agradecer o facto de poderem viver em paz?
Ou eu cada vez entendo menos, ou o Canadá fez tudo errado. Continuamos com refugiados a povoar quartos de hotéis da cidade, desde que para cá vieram a título de “salvação“ e nada fizeram. E o nosso governo, ou seja (nós contribuintes), a bancar esta “caridade”. Até quando? Isto por entre muitas outras questões…
E diga-me caro leitor/a – concorda que as pessoas que têm vistos temporários, trabalham, descontam, compram casas e estabelecem as suas famílias sejam repatriados? Porque já não servem e não se enquadram na política de imigração que cada governo implementa? Tamanho desastre, evidencia falta de ética e estratégia politica e económica. O crescimento, principalmente do Canadá, tem sido possível graças a mão-de-obra da imigração. Não de quem se acomoda ao sistema. Vistos para estudantes rejeitados? Concordo, mas até certo ponto. Que fossem feitas análises concretas antes de aceitar ou rejeitar, não assim de uma forma brusca e sem sensatez. A ver onde estes decisões bruscas vão levar o sistema. Desperdiçam recursos desmedidamente em temas desnecessários e traçam o destino de cidadãos que realmente têm boas intenções no pais que escolheram para melhorar as suas vidas.
É o que é e vai valer sempre o que vale.
Até já,
Cristina Da Costa







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