Temas de Capa

A fronteira da esperança

Créditos: Pier 21 Museum

Olá, muito bom dia, e uma excelente sexta-feira. Novembro dentro. Apesar da celeridade, este ano tem sido forte em emoções e mudanças. Deveras um ano de aprendizagem.

Mais um tópico interessante e válido colocado em cima da mesa pela equipa genial do jornal Milénio.

O que vale adquirir uma nova cidadania? E para quê? Com que intuito?

No Canadá já sabemos que uma mais-valia e na Europa? Quais as vantagens de ser recebido como cidadão europeu?

Uma das vantagens da nacionalidade portuguesa é que vai permitir que você entre e saia de todos os países membros da União Europeia, com pouca ou nenhuma burocracia. Também inclui “escapar” das imensas filas quando desembarcar de um voo proveniente do Brasil, ou até mesmo da América do Norte. 

Cada vez mais cidadanias da UE estão a ser requisitadas por quem antes tinha um certo “desdém” de ter ascendência lusa, por exemplo, mas como Portugal está na “moda” a conversa mudou de figura. No caso de permanência noutros Estados-Membros da UE, a única exigência será preencher um cadastro, que pode ser realizado na imigração, ou mais concretamente nos SEF (Serviços de estrangeiros e fronteiras), mas apenas quando se decide permanecer por mais de três meses. Outra das vantagens da cidadania portuguesa é que com o seu passaporte português vai ficar livre de comprovar, desde 2022 a autorização prévia para entrar na Europa.

Além disso, outra vantagem é não precisar se preocupar com vistos para os Estados Unidos, Canadá e Japão.

Cabe ainda na vantagem da nacionalidade portuguesa, que cidadãos europeus estão isentos desta burocracia, bastando apenas preencher a Autorização Eletrônica de Viagem (ESTA ou ETA) no caso dos EUA e Canadá. Para o Japão, nenhum procedimento é necessário.

Por enquanto, o Japão está prestes também a colocar em vigor um decreto-lei no qual exigem um visto de entrada de cidadãos estrangeiros. Mas em Portugal para além dos “Gold visas”, a abertura dos critérios de entrada no país, trouxe uma “imigração “menos desejada. Com isso muitos cidadãos Islâmicos, Nepaleses e de Bangladesh deram entrada em Portugal com promessas de um mundo melhor, sendo enganados pelos seus “mentores” que eram tudo menos “mentores”, antes pessoas sem escrúpulos que apenas têm o intuito de os explorar.

Agora Portugal está a braços com uma vaga de pessoas que nem por isso vieram melhorar o Estado, nem o asseio, principalmente nas grandes cidades A tal ganância do “Vil Metal”. Tudo com mais moderação teria tomado um outro rumo, mas o governo do PS foi egotista e ganancioso.

É o que é e vale o que vale.

Até já e fiquem bem,

Cristina Da Costa/MS

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