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A fome do século XXI

Photo: @copyright

Olá a todos, bom dia e boa sexta-feira.

Estamos chegados a dezembro e este é suposto ser o mês em que as pessoas se tornam mais afáveis, menos rudes e mais generosas… Bla, Bla, Bla…

Mês da treta, da falsidade e falta de vontade.

Estou triste por ver o “monstro” em que esta sociedade “fria” e “insensível“ se torna a cada dia que passa. Todos nós somos responsáveis pela caridade humana, ajudar o próximo, e não ficarmos “alheios”, nem “intocáveis“ com o sofrimento da nossa espécie. Há cada vez mais fome no mundo, isto sim, é uma verdadeira pandemia. Assustadora e que se alastra a uma velocidade alucinante.

Tanto dinheiro se gasta em guerras e equipamentos para as mesmas, dinheiros que eram suficientes para alimentar toda a população mundial, mas acham? E depois como é que os governos sustentavam a própria ganância? É fanatismo? Há que alimentar o monstro “ego” e o poder que este mesmo lhes traz. 

E assim continuaremos com a fome a persistir no século 21, afetando milhões de pessoas em diversas partes do mundo, principalmente devido a conflitos, instabilidade política e eventos climáticos extremos. 

Embora a quantidade de pessoas em crise alimentar aguda tenha diminuído ligeiramente de 124 milhões (2017) para 113 milhões (2018) em 53 países, em 2024 o número já refletiu um aumento assustador – 318 milhões de pessoas sobrevivem em crise alimentar aguda, e espera-se que 2025 registe, de novo, um aumento deste número que já devia envergonhar o mundo. Os conflitos, a instabilidade política e as mudanças climáticas são os principais motivos de toda esta verdadeira desgraça.  

O problema continua a ser uma questão humanitária significativa. Há necessidade de uma cooperação mais forte a nível mundial entre fatores humanitários, de desenvolvimento e de paz para reverter e prevenir crises alimentares. 

No Canadá, em 2025 (ano corrente), cerca de dois milhões de pessoas recorreram a bancos alimentares. Como é que chegámos atá aqui? No Canadá? A sério? E ainda nos colocam na lista dos melhores países para se viver? E esta verdade escondida? Temos sustentabilidade para dar e oferecer e não temos para manter a própria população?

Triste realidade.

Se há um tema que me atrofia e entristece este é um deles. Faço a minha parte sempre e muitas vezes. E vou continuar a fazer o que puder para apoiar. Faça também algo em prol de alguém, escolha uma família e ajude, não julgue, nem pense porque é que precisam, simplesmente ajude, sem julgar. Tenhamos empatia, porque nunca sabemos quando seremos nós a necessitar de uma mão amiga.

É o que é e vai valer sempre o que vale.

Um excelente fim de semana e se tiver tempo e paciência, até mais logo no Roundtable onde estarei como convidada de Augusto Bandeira nas lides do programa.

Até já,

Cristina Da Costa/MS

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