José Sócrates vai a julgamento por três crimes de branqueamento de capitais

O ex-primeiro-ministro José Sócrates foi pronunciado para julgamento, acusado de três crimes de branqueamento de capitais.
O Tribunal Central de Instrução Criminal revelou, na quarta-feira (11), a decisão instrutória do processo secundário da Operação Marquês, no qual José Sócrates respondia por seis crimes. O antigo primeiro-ministro será julgado pela alegada prática, em coautoria, de três crimes de branqueamento de capitais, tal como o amigo e empresário Carlos Santos Silva.
Ambos estavam também acusados de três crimes de falsificação de documentos, mas o Ministério Público (MP) reconheceu recentemente que, neste processo autónomo, os crimes em causa prescreveram. De acordo com o procurador Rosário Teixeira, os indícios da prática criminal persistem, mas o procedimento criminal encontra-se “extinto” por força da prescrição.
Este é um processo autónomo que acabou por ser separado da Operação Marquês (o processo principal). Nessa megaprocesso, cujo julgamento arranca no dia 3 de julho, o antigo primeiro-ministro será julgado por três crimes de corrupção, 13 de branqueamento e seis de fraude.
JN/MS






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