Portugal

Grandes romarias custam milhões e valem ouro para a economia

JN

Multiplicação do investimento, tradição e fé são motores de festividades que arrastam multidões. Viseu, Viana, Lamego e Ponte de Lima esperam avultados retornos com as grandes romarias.

O país está a viver a época das romarias, das maiores às mais pequenas festas religiosas, que durante agosto acontecem freguesia sim, freguesia sim. As organizações das festividades com maior magnitude, como a Feira de São Mateus, em Viseu, que começou ontem, quinta-feira (6), as romarias de Nossa Senhora d’Agonia, em Viana do Castelo, a Senhora dos Remédios, em Lamego, e as Feiras Novas de Ponte de Lima, garantem que o retorno económico e turístico, a tradição, a fé e a alegria das multidões justificam investimentos avultados, que oscilam entre um milhão e 2,5 milhões de euros, em logística, música, animação, fogos de artifício e ornamentações. O impacto na economia local atinge muitos milhões de euros.

Organizar o intenso trabalho de preparação, ao longo do ano, e durante os eventos, muito dele voluntário, envolve milhares de pessoas.

JN/MS

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