Portugal

A vida num ápice

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Olá, muito bom dia. Espero-vos bem.

Hoje escrevo-vos sobre um tema que nos toca a todos, principalmente, se temos algo em comum com a capital, Lisboa, e conhecemos os factos relatados. É o meu caso. Fiquei sem palavras para descrever a tristeza profunda que me assolou ao perceber a trágica noticia de ontem sobre o que ocorreu em Lisboa, que correu mundo e não pelos melhores motivos. Ainda há pouco tempo passei por ali. Questiono-me como

todos o devem de estar a fazer neste momento se este tipo de transporte porque assim é, não é inspecionado regularmente e que tipo de exigências estão colocadas para evitar algo assim. Algo falhou, sem dúvida. O histórico Elevador da Glória, mesmo no centro da cidade, sofreu ontem um acidente fatal e levanta questões sobre a segurança e o turismo local. Esta tragédia vai ficar para sempre na memória de todos os lisboetas e turistas que por ali passavam no dia 3 de setembro. Este foi um dos maiores desastres na história da cidade, sendo que esta já não é a primeira vez que tal sucede, com o primeiro acidente, a 7 de maio de 2018, um dos carros terá descarrilado, mas sem qualquer ferido. Menos mal, mas ontem a história foi mais grave e perguntamo-nos?

Até onde se impõem regras? Não pode ser só acerca de faturar e atrair turistas para a cidade. Há que haver regras de segurança e que sejam cumpridas. A ver o que os peritos na matéria descobrem, acidente, sabotagem? A ver… Todos nós sabemos que o nosso povo facilita “ah pá deixa entrar mais um”. Não pode, não deve. Que tristeza. Como dizemos em inglês “Rest easy“ e que fiquem na paz do senhor.

A vida num ápice. Aconteceu o que jamais se pensou. A tragédia espreita em qualquer esquina. Vamos pensar que, apesar desta tragédia, ao menos sirva para abrir os olhos das autoridades e melhorar a segurança da cidade, do país a todos os níveis.

Um exemplo dos mais tristes que, esperamos, traga melhorias a todos os níveis.

Até já,

Cristina da Costa

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