Vítor M. SilvaOpinião

Vote pelo seguro!

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António José Seguro dizia, há uns dias atrás, que se houver segunda volta nas presidenciais, como é possível garantir que os boletins de voto chegam a tempo às comunidades, com o atual sistema? A resposta, infelizmente, é simples: não é possível. Por isso, temos de agir agora, com antecedência, e não esperar que o problema rebente nas nossas mãos. Por este candidato ser o único que se preocupa com as comunidades é que tem o meu voto e deveria ter também de todos os que moram nas comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo.

Sei que o sistema de votação (presencial nos consulados) não é o melhor para ter adesão, no entanto, apelo para que se faça um esforço e se vá votar a 17 e 18 de janeiro.

Uma das qualidades mais importantes que um Presidente da República deve ter é a competência política, assim como ter um conhecimento profundo da Constituição da República Portuguesa. Um Presidente deve ser alguém de mente aberta, humanista, capaz de compreender as tendências do desenvolvimento mundial, mas com capacidade de ainda poder influenciar os processos da política dentro de portas. O Presidente deve ser politicamente experiente e, como representante do Estado, ele também precisa de conhecimento de relações diplomáticas. O Presidente deve ser o centro da integridade moral de Portugal. António José Seguro tem estas qualidades a que se junta uma personalidade forte, capaz de suportar a pressão a que este importante mandato está sujeito. A sua ideologia social-democrata será benéfica e útil para o que o país precisa neste momento, porque um Presidente deve ter ideologia política, mas terá de ouvir todos e ser o representante de todos.

Vivemos tempos difíceis com alguma tensão na sociedade portuguesa, precisamos de alguém que una os portugueses e esse é um dos grandes propósitos desta candidatura, a União de todos os portugueses. Seguro quer zelar pelos que se sentem inseguros, pelos pobres, os que têm salários baixos, os que sofrem de desigualdade salarial entre mulheres e homens, os jovens que emigram porque não encontram o futuro que desejam em Portugal e os que já emigraram e se querem sentir portugueses por inteiro. Entendo também que as candidaturas de António Filipe e Catarina Martins não têm sentido e que devem, sim, unir esforços para que António José Seguro seja eleito como Presidente da República.

Sei das preocupações de António José Seguro com a diáspora e da importância que este atribui às comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo. Quanto às nossas comunidades, destaco o compromisso em criar um canal permanente de ligação com os nossos emigrantes, com um assessor dedicado exclusivamente às comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo. Porque os portugueses que vivem fora de Portugal são uma parte essencial da nossa identidade e do nosso futuro.

A forma como os emigrantes votam nas diferentes eleições é desigual e confusa. É tempo de acabar com este regime a duas velocidades. É preciso criar condições tecnológicas e logísticas que facilitem o acesso ao voto. Todos os portugueses, em Portugal ou no estrangeiro, têm as mesmas oportunidades de participação, mantendo a confiança no sistema eleitoral. A democracia deve ser inclusiva e facilitar a participação política dos nossos emigrantes é também um ato de justiça e de respeito.

Por tudo isto apoio a candidatura de António José Seguro e convido todos aqueles que residem fora de Portugal a fazer o mesmo, todos ganharemos com a vitória deste humanista.

“Apelo ao voto em António José Seguro” – Vítor Silva

Vitor M. Silva/MS

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