Cristina Da Costa

Pátria onde moras?

Creditos: DR

Olá, bom dia. Bom ano e assim como quem não quer a coisa… 2026. Truz, truz, bate-nos à porta, mas bora la. Mais uma voltinha neste carrossel ao qual chamamos vida.

Saúde e paz. O resto? O resto vem por acréscimo.

Mas e como todos sabemos ou, pelo menos deveríamos, os lideres do mundo por estes dias deixam muito a desejar.

Pergunta o jornal Milénio esta semana, após a investida dos Estados Unidos da América de Trump, “o tresloucado“, na Venezuela,

De que é feito o Patriotismo?

Bem, este tema é muito “bicudo”, pois tem muitas características, umas mais válidas do que outras. Falo por mim, entendo que não posso nunca, e não devo, opinar pelos sentimentos alheios.

Para mim, ser patriota é dar tudo o que se tem onde se vive, onde se constrói um lar, uma família, no seio de uma comunidade (por vezes, nem tanto), mas o simples facto de pertencer a um lugar durante muito tempo e aí se “enraizar”, produzir, contribuir. Fiz e continuo a fazer o melhor que posso. Não obstante, a vida dá muitas e tantas voltas que tomamos decisões diferentes, que muitas vezes não são compreendidas pelos demais, mas digo-vos que isso a mim pouco ou nada me incomoda desde que quem me apoie entenda, já é o suficiente.

Senso de Patriotismo para alguns é nunca mais regressar a terra-mãe, para outros há sempre aquela esperança no horizonte.

Neste momento, o mundo está em tumulto, e pergunto eu? Quem é o líder que tenha o direito de ditar quem governa uma nação e seu povo? Já não basta o tresloucado do Putin, o maluco do Hamas e o doido de Israel e por entre outros? Agora chega-nos um franjola americano com o peito cheio de ar a querer defender os “direitos” dos venezuelanos? Acham? Ou o direito de tomar “conta” do petróleo que eles têm no subsolo? Petróleo esse que sempre e por toda uma vida despoletou o interesse e a ganância dos Estados Unidos.

Essa é que é essa.

Pobre povo enquanto nação. Golpe de estado após golpe de estado, insegurança política, social, económica. Fome, roubos, pilhagens e mortes só porque sim. Meu Deus. Na Venezuela vivem cerca de 28 milhões de pessoas, metade mulheres e cerca de 6 milhões residem na capital Caracas. A fisionomia dos venezuelanos resulta da “mistura de etnias”, africanas, indígenas e europeias, muitos lusos, por sinal.

Um narcisista como o Trump a querer ajudar uma nação? A sério? Um país constituído na sua grande parte por imigrantes? Não é essa a palavra que ele mais abomina, ainda que tenha nascido do ventre de uma senhora escocesa, daí também ela imigrante (Mary Anne MacLeod Trump), e a sua esposa Melania Trump seja oriunda da Eslovénia. Para rematar este tema…

Patriotismo é também sentir na alma o país que nos viu nascer e visitá-lo, contribuir para ele e não só olhar para ele como uma tábua de salvação em tempo de crise. Mundo sem conflito no século XXI, seria o ideal. Tempos de muita sabedoria, corrigir erros dos nossos ex-líderes seria muito bom, útil até. Pelos vistos é mais do mesmo, mas ainda pior com mais loucos há mistura.

É o que é e vai valer sempre o que vale.

Fiquem bem e até já,

Cristina DaCosta/MS

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