Cristina Da Costa

As peripécias da “esfera” mágica

JN

Ora viva, bom dia,

Espero que estejam bem! Mais um dia e julho a “nado” quase.

Em cima da mesa o tema de “bicos” – O que achámos do Mundial 2026?

A sério? Uma verdadeira palhaçada.

Pepino que nasce torto, tarde ou nunca endireita lá diz o ditado.

Equipas agressivas, árbitros corruptos que trabalham para a instituição mais podre do mundo. Chamam-lhe FIFA… enfim.

Portugal aos trambolhões. Os jogadores e equipa técnica podiam e deviam ter feito melhor. CR7 lá brilhou, mas foi sol de pouca dura. Uma equipa sem brilho, sem união. Uma pulseira simbólica? A sério que simbolizava união entre todos para elevar o nome de Portugal? Se assim fosse tinham-se esfarrapado até ao limite. Ao invés disso passeavam a vaidade em campo. Só estrelas, mas com muito pouco luz… enfim. 

Quem deveria ter ganhado era a Noruega que, sim, realmente mostrou amor à camisola em campo. Sangue novo com entusiasmo.

Uma Argentina corrupta e um capitão sem classe. A sério Messi?

Voltaste as costas aos campeões? Assististe à pancadaria que os teus colegas provocaram e iniciaram no final do jogo, em paz e sossego, a olhar, ao largo? Que falta de educação, de brio, de respeito, de tudo.

E, senhores da FIFA – um “Half show”? Mas era football americano? Um Trump a entregar um troféu com uma cara de “desdém”. Enfim. Vergonha atrás de vergonha. A não repetir.

Mais não digo, realmente. 

É o que é e vale sempre o que vale

Até já,

Cristina DaCosta/MS

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