As peripécias da “esfera” mágica

Ora viva, bom dia,
Espero que estejam bem! Mais um dia e julho a “nado” quase.
Em cima da mesa o tema de “bicos” – O que achámos do Mundial 2026?
A sério? Uma verdadeira palhaçada.
Pepino que nasce torto, tarde ou nunca endireita lá diz o ditado.
Equipas agressivas, árbitros corruptos que trabalham para a instituição mais podre do mundo. Chamam-lhe FIFA… enfim.
Portugal aos trambolhões. Os jogadores e equipa técnica podiam e deviam ter feito melhor. CR7 lá brilhou, mas foi sol de pouca dura. Uma equipa sem brilho, sem união. Uma pulseira simbólica? A sério que simbolizava união entre todos para elevar o nome de Portugal? Se assim fosse tinham-se esfarrapado até ao limite. Ao invés disso passeavam a vaidade em campo. Só estrelas, mas com muito pouco luz… enfim.
Quem deveria ter ganhado era a Noruega que, sim, realmente mostrou amor à camisola em campo. Sangue novo com entusiasmo.
Uma Argentina corrupta e um capitão sem classe. A sério Messi?
Voltaste as costas aos campeões? Assististe à pancadaria que os teus colegas provocaram e iniciaram no final do jogo, em paz e sossego, a olhar, ao largo? Que falta de educação, de brio, de respeito, de tudo.
E, senhores da FIFA – um “Half show”? Mas era football americano? Um Trump a entregar um troféu com uma cara de “desdém”. Enfim. Vergonha atrás de vergonha. A não repetir.
Mais não digo, realmente.
É o que é e vale sempre o que vale
Até já,
Cristina DaCosta/MS




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