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O ano do leão

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Mais uma para a coleção: o Sporting soma e segue… em primeiro! 2020 tem corrido de feição à equipa de Rúben Amorim e não poderiam fechar o ano com outra coisa que uma vitória! Ah, leões!

“Falando” assim até parece que foi fácil, não? Pois… mas não foi, de todo! Na realidade o conjunto verde e branco esteve bastante inseguro frente a um Belenenses que “despiu” o leão e colocou à vista de todos as suas maiores fragilidades. 

Tiago Tomás abriu o marcador logo aos 5’, mas Miguel Cardoso marcou o golo do empate antes do quarto de hora. Os azuis ainda desperdiçaram, pouco depois, um penálti, que acabou defendido por Ádan. O mesmo não aconteceu com a turma de Rúben Amorim que, na conversão de uma grande penalidade assinalada após Tiago Tomás ter sido carregado na área, se colocou novamente em vantagem.

O marcador assim se manteve até ao apito final, muito graças a Ádan, que salvou a equipa de males maiores.

O Nacional interrompeu uma série de três derrotas consecutivas e venceu o Tondela, por 2-0. Logo no primeiro minuto Rúben Micael colocou os insulares em vantagem e Brayan Riascos fez o 2-0 final aos 68 minutos. Os beirões, que terminaram a partida com nove jogadores em campo, dizem adeus a 2020 em 17.º, com nove pontos.

A equipa de Ricardo Soares, o Gil Vicente, conseguiu finalmente a sua primeira vitória enquanto visitante na deslocação a Famalicão: um golo de Claude Gonçalves, aos 40’, foi suficiente para os galos saírem vitoriosos da partida: estão no 11.º lugar, com 12 pontos. Já o Famalicão, uma equipa bem diferente da época passada, já não consegue vencer há quatro jornadas. Nem fama, nem proveito!

E por falar nisso… Também o Rio Ave, que nos habituamos a ver na primeira metade da tabela classificativa, não tem tido um ano propriamente frutífero – em 11 jornadas apenas venceu por duas vezes (a 25 e 31 de outubro, frente ao Farense e Moreirense, respetivamente). Nas últimas cinco jornadas tem-se dividido entre derrotas e empates, sendo que esta segunda-feira (28) voltou a perder, por 1-3, na receção ao Marítimo. Os vilacondenses até estiveram em vantagem (golo de Diego Lopes aos 14’) mas a formação insular operou a reviravolta na segunda parte com um bis de  Joel Tagueu (50’ e 63’) e outro golo de Marcelo Hermes (75’).

Já o Braga cilindrou o Boavista: no Estádio do Bessa, a equipa de Carlos Carvalhal marcou o primeiro de quatro golos logo aos quatro minutos: Fransérgio tocou a bola de calcanhar e Paulinho só teve de encostar.

Cerca de 10 minutos depois, e com os minhotos em claro domínio, mais um golo. Quer dizer: um golaço! Iuri Medeiros, de fora da área, rematou forte e colocado, não dando sequer hipóteses a Léo Jardim.

Ainda antes do intervalo Ricardo Horta aumentou a vantagem para 3-0, após passe de Sequeira. O guarda-redes axadrezado foi brilhando com um par de boas defesas, que evitaram uma ainda maior goleada.

Aos 66 minutos o Boavista reduziu por Devenish, mas apenas três minutos depois Ricardo Horta bisou de pé direito. Uma vitória que coloca o Braga em quarto lugar e que “afunda” o Boavista, que é 16.º e antepenúltimo classificado, com nove pontos.

Farense e Paços de Ferreira empataram a um golo: os castores inauguraram o marcador aos 60’, numa grande penalidade cobrada por Tanque, mas Ryan Gauld, aos 74’, repôs a igualdade.

O golo da vitória dos cónegos sobre o Santa Clara, nesta 11ª jornada, teve assinatura de Yan Matheus, que rematou rasteiro junto ao poste. Com esta vitória, o Moreirense é sétimo, com os mesmos 13 pontos que o Santa Clara, Marítimo e Nacional.

No Estádio da Luz o Benfica entrou a matar e marcou dois golos em 23 minutos – o primeiro surgiu aos 13’, depois Taarabt, com um grande passe, estender a passadeira a Rafa que, depois, serviu Darwin. O uruguaio, que já não marcava há seis jogos, só precisou de encostar.

No segundo golo, Rafa voltou a fazer das suas: arrancou, a bola passou por Darwin e Waldschmidt e voltou ao português que afastou um adversário da frente e atirou a contar. 

Bem, mas se na primeira parte tinha estado a 80, na segunda o Benfica esteve a oito – o seu desempenho caiu a pique depois do intervalo e ainda viu a equipa de Paulo Sérgio marcar, ainda que por autogolo de Gilberto, sobre o minuto 90. 

No fecho da jornada os dragões deslocaram-se até ao “castelo” de Guimarães… e batalha não faltou! O Vitória SC apresentou-se particularmente forte e ousado, tendo inclusive inaugurado o marcador, por Rochinha, após uma perda de bola de Uribe, aos 7’. No entanto, ainda antes do intervalo, Taremi, assistido por Marega, restabeleceu a igualdade. Numa partida onde não faltaram emoções fortes, Oscar Estupiñán voltaria a colocar os vimaranenses em vantagem “à cabeçada”, mergulhando para o golo aos 63’, mas os dragões nem sequer tremeram – o iraniano Mehdi Taremi bisou, dois minutos depois.

O golo da vitória azul e branca surgiu aos 80’, quando Luis Díaz, num remate colocado, bateu Bruno Varela. A equipa de Sérgio Conceição acaba o ano em terceiro lugar, com 25 pontos, a quatro do Sporting.

Inês Barboa/MS

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