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Leões deitam as garras no título à boleia de Paulinho

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Golo do avançado na primeira parte decidiu partida e campeonato a favor do Sporting. Muito superior, a equipa de Amorim atirou três bolas ao poste e falhou hipótese de golear o Boavista.

Na partida mais aguardada dos últimos 19 anos, o Sporting venceu o Boavista, por 1-0, em Alvalade, e sagrou-se campeão nacional, graças a um golo de Paulinho. Muito superiores, os leões não se deixaram levar pela ansiedade nem pelo nervosismo e, à exceção da reta final, souberam gerir com competência todos os momentos do jogo. Ainda assim, hipotecaram a chance de coroar a festa com uma goleada, tantas foram as oportunidades desperdiçadas.

Tirando um ou outro momento adverso, como a lesão de Porro, que obrigou à entrada de João Pereira, logo aos 17 minutos, a equipa de Ruben Amorim explorou muito bem as fraquezas do Boavista e, depois de remates ao poste, por Nuno Santos e Nuno Mendes, o golo chegou finalmente aos 36 minutos, por Paulinho. Depois de um período de seca, concretizou pela segunda jornada consecutiva, mas a noite não foi propriamente famosa para o avançado: desconcentrado, falhou três oportunidades soberanas para bisar.

A jornada estava prevista para ficar na história e os leões mantiveram-se fiéis ao 3x4x3, com uma grande capacidade de jogar em todo o campo, sendo que o ataque funcionou sobretudo pelo lado esquerdo. Já os axadrezados, com uma linha de cinco defesas, nunca tiveram pernas para o andamento leonino, nem para explorar os últimos minutos da partida, em que o Sporting, a vencer pela margem mínima, se sentiu indeciso entre defender e atacar. O único momento de brilho dos boavisteiros foi um lance em que Adán defendeu um remate à queima-roupa de Nuno Santos.

Muito confortável, o Sporting desperdiçou golos atrás de golos a partir dos cinco minutos. Nuno Santos abriu as hostilidades com um tiro ao poste, seguiram-se vários remates perigosos mas as redes só se moveram graças a Paulinho, que respondeu com mestria a um cruzamento açucarado de Nuno Mendes.

Na segunda parte, a história repetiu-se, com muitos e variados lances de ataque, e Pote foi o terceiro a atirar ao poste. À procura da tranquilidade, o treinador promoveu as entradas de Matheus Nunes e Jovane mas, nos últimos minutos, o coração falou mais alto do que a cabeça. O triunfo foi à justa mas merecido.

JN/MS

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