Cidadão canadiano morre «às mãos das autoridades iranianas»

Um cidadão canadiano morreu no Irão “às mãos das autoridades iranianas”, segundo afirmou a ministra dos Negócios Estrangeiros, Anita Anand.
Numa publicação nas redes sociais, a ministra apelou ao regime iraniano para que ponha termo à violência contra os manifestantes. De acordo com a agência norte-americana Human Rights Activists News Agency (HRANA), pelo menos 2.600 pessoas foram mortas desde o início das manifestações, no final de dezembro.
“Os protestos pacíficos do povo iraniano, que pede que as suas vozes sejam ouvidas face à repressão do regime iraniano e às contínuas violações dos direitos humanos, levaram o regime a desrespeitar flagrantemente a vida humana”, escreveu Anand. “Os nossos responsáveis consulares estão em contacto com a família da vítima no Canadá e apresento, neste momento, as minhas mais sentidas condolências.”
A Global Affairs Canada (GAC) confirmou, na quarta-feira (14), ter conhecimento da morte de um cidadão canadiano no Irão, mas não forneceu mais detalhes. A GAC está a aconselhar os canadianos que se encontram no Irão a abandonarem o país imediatamente, se puderem fazê-lo em segurança.
A tensão na região está a aumentar, depois de o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter prometido uma “resposta muito firme” caso o Irão comece a executar manifestantes.
Os Estados Unidos estão a retirar parte do seu pessoal de bases no Médio Oriente, revelou um responsável norte-americano aos meios de comunicação social, após um alto responsável iraniano ter afirmado que Teerão avisou os países vizinhos de que atacaria bases americanas caso Washington avançasse com um ataque.
CBC/MS







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