Carney revelou nova lista de projetos de construção nacional

O primeiro-ministro Mark Carney esteve no norte da Colúmbia Britânica para anunciar a mais recente série de projetos de construção nacional que serão submetidos ao recém-criado Gabinete de Grandes Projetos (MPO), com o objetivo de acelerar as aprovações de infraestruturas.
Na terça-feira, a CBC News noticiou que pelo menos três dos projetos se centram na extração de minerais críticos, um está ligado à exportação de gás natural liquefeito (GNL) e há pelo menos um projeto de transmissão elétrica, segundo fontes que falaram sob condição de anonimato.
- No total, haverá pelo menos seis projetos, incluindo:
- A mina Sisson, de minerais críticos, em New Brunswick;
- O projeto Crawford Nickel, em Ontário;
- O projeto Ksi Lisims, de gás natural liquefeito, na Colúmbia Britânica;
- Um projeto hidroelétrico em Iqaluit;
- O projeto Nouveau Monde Graphite Fase 2, no Quebeque.
O Globe and Mail noticiou também, na quarta-feira, que a Linha de Transmissão da Costa Norte fará parte da lista — informação confirmada por uma fonte à CBC News.
O governo de Carney criou o Gabinete de Grandes Projetos em agosto, depois de os Liberais se terem comprometido a acelerar as aprovações de grandes projetos de infraestrutura considerados de interesse nacional. O novo gabinete supervisiona esse processo.
Em setembro, o primeiro-ministro recomendou uma primeira lista de cinco projetos, que incluía a expansão da produção de gás natural liquefeito na Colúmbia Britânica, a modernização do Porto de Montreal, um projeto de pequeno reator modular em Ontário e novas minas de cobre no Oeste do país.
O orçamento de Carney, divulgado na semana passada, prevê cerca de 214 milhões de dólares ao longo dos próximos cinco anos, além de mais 10 milhões destinados a consultas com comunidades indígenas, para financiar o trabalho de aprovação do novo gabinete.
O plano de crescimento do governo aposta fortemente na rápida construção destes projetos ligados à energia e aos recursos naturais, com o objetivo de expandir os mercados canadenses para além dos Estados Unidos, que se têm mostrado cada vez mais protecionistas.
CBC/MS







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