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Task force dos EUA diz que vai demorar semanas para ter dados sobre ómicron

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A lab technician from the Algerian pharmaceutical company Saidal, works on the prduction of the Chinese-developped Sinovac (CoronaVac) Covid-19 vaccine, in the northeastern Algerian city of Constantine, on September 29, 2021. (Photo by RYAD KRAMDI / AFP)

 

A task force do governo dos EUA contra a pandemia admitiu, esta terça-feira, que demorará semanas, cerca de duas a quatro, para obter informações suficientes sobre a nova variante da covid-19, ómicron, como a capacidade de transmissão e agressividade.

Por esse motivo, tanto o conselheiro de Saúde da Casa Branca, Anthony Fauci, como a diretora do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC), Rochelle Walensky, e o coordenador da ‘task force’ da Administração Biden, Jeff Zients, insistiram em recomendar aos norte-americanos uma dose de reforço ou a primeira, se ainda não tiverem sido inoculados.

Além disso, em conferência de imprensa, defenderam a eficácia das medidas de proteção que o país tem vigor, numa altura marcada por muitas viagens, embora admitindo que poderão ser alteradas.

Quaisquer dados sobre a capacidade de transmissão ou a gravidade que provoca o contágio da variante ómicron são, neste momento, puramente “especulativos”, segundo Anthony Fauci.

O principal epidemiologista da Casa Branca explicou que tem de se esperar pela análise do CDC e do Instituto Nacional de Saúde (NIH).

Em duas ou quatro semanas, ou ainda antes, espera-se saber mais sobre a ómicron, destacando que, por enquanto, segundo dados partilhados por outros países, os infetados pela nova variante não apresentam sintomas anormais.

Os três especialistas insistiram que a vacina é a melhor proteção atualmente.

Anthony Fauci destacou que a vacina e principalmente o reforço conferem um “alto nível de anticorpos” e, portanto, de proteção. Daí a sua insistência para que os norte-americanos sejam inoculados.

A diretora do CDC, Rochelle Walensky, por sua vez, fez um novo apelo aos 45 milhões de norte-americanos que ainda não foram vacinados. “Agora é a hora”, disse.

Rochelle Walensky considerou “robusta” a regulamentação em vigor para as pessoas que aterram no país e lembrou que todos têm de apresentar um teste negativo, estejam ou não vacinados.

Casa Branca não descarta, porém, que possa haver mudanças.

“Em termos de restrições de viagens, em pouco tempo aprenderemos mais sobre a variante, a sua transmissibilidade e gravidade”, adiantou Jeff Zients, que acrescentou que, com base nos dados obtidos, a task force informará sobre as possíveis alterações das medidas.

JN/MS

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