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EUA aprovam primeiro comprimido contra covid-19

A autoridade norte-americana da saúde, a Food and Drug Administration, aprovou, esta quarta-feira, o uso do comprimido da Pfizer contra covid-19, o primeiro tratamento oral nos EUA para combate à doença.

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(FILES) This file handout photo provided to AFP on November 16, 2021 courtesy of Pfizer shows the making of its experimental Covid-19 antiviral pills, Paxlovid, inside his laboratory in Freiburg, Germany. – Pfizer said on December 14, 2021, that clinical trials confirmed its anti-Covid pill reduced hospitalizations and deaths among at-risk people by almost 90 percent when it was taken in the first few days after symptoms appear. “This news provides further corroboration that our oral antiviral candidate, if authorized or approved, could have a meaningful impact on the lives of many, Pfizer CEO Albert Bourla said in a statement, saying the new drug, called Paxlovid, could “save lives.” (Photo by Handout / Pfizer / AFP) / RESTRICTED TO EDITORIAL USE – MANDATORY CREDIT “AFP PHOTO / Pfizer ” – NO MARKETING – NO ADVERTISING CAMPAIGNS – DISTRIBUTED AS A SERVICE TO CLIENTS

 

A FDA (na sigla em inglês) anunciou a decisão em comunicado no qual especifica que o medicamento pode ser usado para casos moderados da covid-19 em adultos e crianças menores de 12 anos e pelo menos com 40 quilos de peso e cuja saúde os coloquem em perigo de ser hospitalizados.

O comprimido do laboratório Pfizer é o primeiro tratamento oral contra a covid-19 que os norte-americanos poderão tomar em casa e pode vir a tornar-se “uma ferramenta crucial contra a pandemia numa altura em que os casos aumentaram vertiginosamente com a variante ómicron”, refere.

O medicamento, que será vendido com o nome de Paxlovid, só pode ser comprado com receita médica e os pacientes devem tomá-la assim que souberem que foram infetados com a doença no máximo nos primeiros cinco dias após o aparecimento dos sintomas. Além disso, deve ser tomado duas vezes ao dia durante cerca de cinco dias, detalha o FDA no comunicado.

O comprimido funciona ao bloquear a atividade de um enzima específico que o coronavírus precisa para se replicar no organismo infetado, mecanismo semelhante ao do comprimido desenvolvido por outra farmacêutica, a MSD (Merck nos EUA e no Canadá).

O FDA deve aprovar esse outro medicamento em breve, embora os dados mostrem que o da Pfizer é mais eficaz e tem menos efeitos colaterais.

A Pfizer afirma que está pronta para começar imediatamente a distribuir os seus comprimidos e aumentou a sua produção de 80 para 120 milhões no próximo ano.

JN/MS

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