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Orçamento de 2023 define como “prioridade” proteção social e pessoas com carências

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Créditos: PSD/A

A comissão política regional do PSD/Açores considerou que o Orçamento de 2023 define como “prioridade” a proteção social, reforçando os apoios às famílias e às pessoas com carências económicas, bem como à classe média.

Num comunicado da reunião, realizada na sede, em Ponta Delgada, para analisar a situação política, o PSD/Açores – que governa em coligação com CDS-PP e PPM – refere que a proposta de Orçamento da região para 2023 “assume-se como um documento assente na responsabilidade social, que visa responder às preocupações dos açorianos e em que as medidas para atenuar os efeitos da inflação são prioritárias”.

Os social-democratas consideram que “trata-se de um Orçamento de responsabilidade social que assegura relevantes aumentos do Complemento Regional de Pensão, do Complemento Açoriano ao Abono de Família, do Compamid e do Complemento Especial para o Doente Oncológico”.

“A proposta de Orçamento para 2023 assegura igualmente os aumentos de 15% da remuneração complementar e de 22% dos apoios da Ação Social Escolar. A responsabilidade social do Governo Regional fica também expressa no propósito de proteger as famílias com recursos limitados da subida das taxas de juro nos empréstimos para habitação. Em suma, a proposta de Orçamento da região para 2023 revela a prioridade social do Governo Regional”, lê-se na nota.

Segundo a comissão política regional do PSD/Açores, “ao invés de exibir documentos orçamentais cuja execução, como sucedia no passado, ficava muito aquém do previsto, o atual Governo Regional apresenta aos açorianos propostas de Orçamento e Plano para 2023 que perspetivam, de forma rigorosa, aquilo que pode ser efetivamente executado”.

O partido considera tratar-se de um Orçamento “realista com uma estimativa de execução máxima, uma proposta responsável, pois irá estancar a tendência de endividamento crescente do passado, que ameaçava comprometer as atuais e futuras gerações de açorianos”.

Para o PSD/Açores, a opção pelo endividamento zero “constitui um momento de viragem na gestão das finanças públicas regionais”, sendo que “há hoje mais e melhor emprego nos Açores, fruto das políticas do Governo Regional, do empenho dos empresários açorianos e da dedicação dos trabalhadores”. A região regista atualmente o “maior número de empregados de sempre”, sendo cerca de 116.400 os açorianos empregados, de acordo com o Instituto Nacional de Estatística, refere a força política.

“Destaca-se também o facto de cerca de 35.800 jovens açorianos (até aos 34 anos) estarem empregados, mais 2.500 em relação ao último ano da anterior governação. O maior número de empregados de sempre é igualmente sinónimo de uma acentuada redução do desemprego, dado que a taxa registada (5,9%) é a mais baixa dos últimos 14 anos. É ainda de assinalar que a economia dos Açores cresce há 16 meses consecutivos, segundo o Indicador de Atividade Económica do Serviço Regional de Estatística”, aponta.

O PSD/Açores ressalva que “a contínua melhoria dos cuidados de Saúde prestados aos açorianos é já uma das marcas da atual governação e a proposta de Orçamento para 2023 comprova-o, ao aplicar uma verba de 375 milhões de euros no Serviço Regional de Saúde”, ou seja, “cerca de um quarto (25%) do Orçamento da região para o próximo ano destina-se à Saúde, o que é bem revelador do financiamento crescente do setor que o Governo Regional tem promovido”.

“Os números são claros: este é o governo que tem apresentado aos açorianos os maiores orçamentos para o Serviço Regional de Saúde, o que se traduz na contratação de mais médicos, enfermeiros e técnicos. Este reforço do Serviço Regional de Saúde está a dar frutos com a realização de mais consultas, cirurgias e exames complementares de diagnóstico”, concluiu o PSD/Açores.

AO/MS

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