Açores

Exportação de conservas em alta

No terceiro trimestre deste ano saíram dos Açores 2.177 toneladas de conservas, com um valor de 15,9 milhões de euros, representando, relativamente ao mesmo período de 2017, um aumento de 17,1% em peso e 24,3% em valor, de acordo com dados do SREA a que o nosso jornal teve acesso.

Quanto aos países de destino, 68,4% do valor das conservas saídas (ou seja 10,9 milhões de euros) foi para o resto do país, 18,9% para a U. E. (3,0 milhões de euros) e 12,7% (2,0 milhões de euros) para países terceiros.

 

A nossa balança comercial

Em termos gerais da balança comercial, no referido trimestre, as exportações de bens atingiram 25,3 milhões de euros (aumento de 11,3% em termos homólogos) e as importações 34,1 milhões de euros (diminuição de 1,6% em termos homólogos).

O saldo verificado neste trimestre (-8,8 milhões de euros) é menos negativo do que o saldo do trimestre homólogo (-12,0 milhões de euros), mas mais negativo do que o saldo do trimestre anterior (-3,8 milhões de euros).

Relativamente aos países extracomunitários, os Açores registaram um saldo negativo de 4,3 milhões de euros (8,1 milhões de euros de exportação contra 12,5 milhões de euros de importação).

Quanto aos grupos de produtos transaccionados, os que representam a maior percentagem são os produtos alimentares e bebidas, quer na entrada (50,9%) quer na saída (48,7%).

Na saída é de destacar o peso dos produtos da pesca, 26,4%, representando 6,7 milhões de euros.

Neste trimestre, o comércio internacional é maioritariamente intra-U.E., 63,5% na entrada e 67,9% na saída.

 

Comércio internacional está em queda

O indicador da Organização Mundial do Comércio (OMC) que antecipa a tendência das trocas comerciais continua a deteriorar-se.

Os dados publicados a 26 de Novembro, sinalizam uma travagem no quarto trimestre, que vai levar o nível de comércio internacional para números inferiores à tendência de longo prazo.

Este indicador marca agora 98,6 pontos (100,3 pontos anteriormente), o que é a pior marca desde Outubro de 2016.

Esta desaceleração deve-se às “quedas em todos os índices”.

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