África

Pena máxima por matarem portuguesa em Moçambique

O Tribunal Judicial da Província de Sofala, na cidade da Beira, condenou à pena máxima de 30 anos de prisão cada um dos três homens acusados de assassinar a portuguesa Inês Botas em dezembro de 2017.

Danilo Lampião e Jonas Moiane ouviram esta quinta-feira o acórdão na sala de audiências, enquanto Isaías Mangote foi julgado à revelia, pesando sobre ele um mandado de captura, uma vez que estava entre os 17 reclusos que, em 2018, fugiram da Cadeia Central da Beira.

Os três foram ainda condenados ao pagamento de uma indemnização conjunta de 1,5 milhões de meticais (cerca de 21.600 euros), a favor dos familiares da vítima.

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